Adobe Flash Catalyst

catalyst

Quando você pensa que a Adobe não tem mais nada de interessante pra lançar e que o máximo que vai acontecer é aprimorar os produtos atuais com um filtro aqui, um recurso ali, você incrivelmente surpreendido. Foi o que aconteceu comigo esta semana depois de testar o Adobe Flash Catalyst, lançado no Adobe Max 2008/2009, e disponível em sua versão Beta desde o dia 1º de junho deste ano no Adobe Labs para teste junto com o Flash Builder 4 (Antigo Flex Builder) e Flex 4 SDK.

Pra mim, que estou desenvolvendo design de telas e ícones pra sistemas baseados em Flex e Java, não poderia haver nada melhor. Imagine desenhar uma simples telinha em Illustrator CS4 (Photoshop ou Fireworks, se preferir) e depois transformar tudo em componentes – textinput, botões, rolagens verticais e horizontais entre outros – com um simples clique no botão direito. Tudo com comportamento, funcionando. Simples como salvar um arquivo e sem digitar uma linha de código! Sem declarar uma classe! Nada, nem um ponto e vírgula. Tudo continua editável e você pode atribuir efeitos básicos disponíveis no Flex.

Atribuir foco, sentido do foco e outras coisas que hoje te obrigariam a entrar no Eclipse e vasculhar como um desesperado estão agora ao alcance de um clique com o botão direito numa interface mais simples do que a do Wordpad do Windows.

Você pode fazer protótipos de tela que funcionam em AIR ou SWF e mostrar para o desenvolvedor de uma forma que ele compreenda exatamente o que foi pensado, ele pode aproveitar os códigos gerados pelo Catalyst e somente incrementar com o Flash Builder 4. O fluxo de trabalho do desenvolvimento é imensamente melhorado… sem falar na integração Designer-Desenvolvedor, que de certa forma passarão a falar uma mesma língua, passando a se odiar menos (pelo menos em teoria, porque eu me dou bem demais com meus amiguinhos desenvolvedores – Os Caras).

O Flash Catalyst está disponível na versão Beta para Windows e Mac e, embora a versão Beta não permita grandes ajustes visuais em alguns componentes, mas já dá pra ver como vai ser prático desenvolver telas e protótipos com tanta integração. O trabalho para web e aplicações ricas para desktop só saiu ganhando. Ponto pra Adobe, mais uma vez.

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Nuvem de palavras

nuvem

Quer fazer uma nuvem de palavras de seu blog ou de outro blog ou qualquer endereço na Web? http://www.wordle.net é o que você precisa. Insira uma url e ele cria sua nuvem. Você escolhe a fonte, o layout, um esquema de cores… muito divertido mesmo. Eu escolhi uma nuvem horizontal com esquema de cores em rgb, pra não perder o hábito…

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Jornal em Flash

jornal faculdade

Estava devendo algo desse tipo há algum tempo, mas como até o contrato chegou, sempre chega a hora de tudo…

Fazer publicações eletrônicas no InDesign CS4 é mais fácil do que fazer uma pedra afundar na água. Esse mês vi um artigo ensinando a fazer algo do tipo na revista ComputerArts, mas com muito mais dificuldades do que ir ao menu File, Export, marcar swf e clicar em ok. Sim, porque é só isso…

O resultado é algo que mescla InDesign, Flash e Flex (!) muito convincentemente. Tudo isso me deixa cada dia mais apaixonada pelo InDesign. Para conferir o resultado, dá uma olhada no jornal que eu diagramei pra uma empresa aqui, só tá o espelho, com texto Lorem Ipsum, mas acredite, só o efeito deixa a gente feliz demais em pensar que não vai ter que exportar tudo pra jpg (ou similar) e fazer a animação no flash que levaria incontávelmente mais tempo. Viva o InDesign de novo!!

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Java Wallpaper

Java_wallpaper_by_priscilavedder

A equipe com quem eu trabalho, trabalha com Java. Consequentemente eu também trabalho com Java por associação, mesmo que eu não saiba declarar uma classe!

Pra homenagear os caras com quem trabalho, eles que são os monstros, os caras, a equipe sma, fiz um wallpaper.

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Contrato de Design

Pessoal, muita gente vive me pedindo dicas de um contrato legal de projeto de design, de diagramação e eu vivo esquecendo de dar o modelo. Segue abaixo um modelo que encontrei no site da faculdade de Design da Santa Catarina. Os links para o original não estão mais disponíveis (eu tenho esse contrato há uns quatro anos ou mais). Acho bem elaborado. Só lembrando: é um modelo. Devem haver adequações para cada trabalho. Cada trabalho, cada cliente é um caso particular.

INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS E CONCESSÃO DE USO DE PROJETO GRÁFICO

Contrato nº:

(dados do contratante)

(dados do contratado)

Por favor, leia com atenção os termos e as condições no verso. O presente contrato foi elaborado no intuito de resguardar ambas as partes contratantes. Ao firmar este instrumento você estará assumindo direitos e obrigações. Por isso, leia todas as cláusulas com bastante atenção.

Objeto do contrato: criação e desenvolvimento de projeto gráfico de:

a)   __________________________________________________________________

b)   __________________________________________________________________

c)   __________________________________________________________________

Remuneração do contratado: total R$__________________________________________

Forma de pagamento: ______________________________________________________

Prazo de vigência e finalidade para uso do projeto gráfico: _________________________

Prazo de entrega do trabalho: ________________________________________________

Cessão dos direitos autorais patrimoniais: sim (   )   não (   )

Valor da cessão e forma de pagamento: ________________________________________

Acompanhamento técnico: sim (   )  não (   )

Remuneração e forma de pagamento: __________________________________________

Observações:_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Cláusulas Contratuais

1)   Pelo presente instrumento o (a) CONTRATADO (a) obriga-se a desenvolver projeto gráfico indicado no anverso deste instrumento e para o qual a CONTRATANTE fornecerá briefing, preferencialmente por escrito, referente ao produto/serviço destinatários do projeto.

2)   As etapas do trabalho deverão ser apresentadas à CONTRATANTE nos prazos indicados no anverso deste instrumento.

3)   Os serviços ora contratados não englobam a execução material do projeto, parcial ou integralmente, ou trabalhos de terceiros fornecedores.

5)   Trabalhos criados pelo(a) CONTRATADO (a), aprovados ou não pela CONTRATANTE, mas que não venham a ser utilizados no projeto final, deverão ser restituídos ao CONTRATADO (a) e não poderão ser utilizados pela CONTRATANTE sem nova negociação.

6)   Havendo necessidade, para a execução do trabalho, na contratação de terceiros fornecedores, o (a) CONTRATADO (a) deverá apresentar à CONTRATANTE três orçamentos de terceiros fornecedores de cada área de atuação, a não ser quando o trabalho for de pequeno valor, quando então será dispensada a apresentação de orçamentos. A escolha dos fornecedores pelo CONTRATANTE deverá ocorrer em prazo que não comprometa a realização do trabalho.

7)   A contratação de fornecedores indicados pela CONTRATANTE, que não os indicados pelo (a) CONTRATADO (a), desobriga este último de qualquer responsabilidade sobre eventual falta de qualidade dos serviços ou produtos fornecidos por esses terceiros. Entretanto, poderá o CONTRATADO (a) exigir a refeitura desses trabalhos dos citados fornecedores, caso os mesmos não atinjam a qualidade técnica pretendida, colocando em risco, conseqüentemente, a qualidade do projeto gráfico.

8)   O pagamento dos fornecedores supra sera sempre de responsabilidade da CONTRATANTE, ainda  que, eventualmente, o  (a) CONTRATADO (a) adiante tal pagamento ou que as notas fiscais/faturas por aqueles emitidas o sejam contra o (a) contratado (a).

9)   O projeto criado e desenvolvido pelo (a) CONTRATADO (a) e aprovado pela CONTRATANTE poderá ser utilizado para as finalidades e prazos estabelecidos neste instrumento. A utilização para qualquer outra finalidade e para período suplementar dependerá de novo ajuste entre as partes.

10) Pela prestação de serviços objeto deste contrato e pela concessão na sua utilização para o fim já referido, o (a) CONTRATADO (a) receberá da contratante a importância estabelecida no neste instrumento, nos prazos e formas ali indicados.

11) Eventuais outras remunerações devidas ao (à) CONTRATADO (a) pela contratante, decorrentes da supervisão, coordenação e administração dos serviços e produtos de terceiros fornecedores, de direitos conexos por eventual reutilização do projeto gráfico além do prazo contratual, desde que para as mesmas finalidades, estão indicadas neste instrumento, no item “observações”.

Parágrafo único. Havendo acompanhamento técnico por parte do (a) CONTRATADO (a) em relação a trabalho de terceiros, a remuneração do (a) CONTRATADO (a)  por esse serviço está indicada neste instrumento.

12) O atraso no pagamento de qualquer remuneração devida ao (a) CONTRATADO (a) implicará a obrigação da CONTRATANTE de ainda supertar além do valor principal corrigido monetariamente, também os juros legais de 1% ao mês e a multa moratória de 10 % do valor em atraso.

13) A remuneração do (a) CONTRATADO (a) indicada neste instrumento poderá ser revista caso ocorram: a) alterações no briefing ou na complexidade do trabalho; b) alterações nos prazos estabelecidos decorrentes de atraso por parte da CONTRATANTE na entrega de materiais ou aprovações necessárias ao desenvolvimento do trabalho; c) modificações ou refeituras no projeto executivo (artes-finais, desenhos técnicos, memoriais etc.) que venham a ser solicitadas, após etapas já aprovadas (layouts, estudos, mock-ups etc.); d) aplicações do projeto em outras peças que não as especificadas neste contrato.

14) Aplicam-se ao relacionamento entre CONTRATADO (a) e CONTRATANTE, além das normas dispostas pelo código civil, também as da lei nº 5.988/73 (lei do direito do autor), pelo que o crédito autoral sobre os trabalhos objeto deste contrato deve ser sempre indicado.

15) O CONTRATASO agirá atendendo sempre às normas éticas de sua categoria profissional, bem como manterá absoluto sigilo das informações que lhe forem passadas pela CONTRATANTE.

16) O presente contrato não pode ser rescindido sem justa causa, sob pena de incorrer o denuciante na hipótese da clausula 17.

17) Eventual infração a qualquer das cláusulas aqui estabelecidas ensejará a parte inocente a promover medidas judiciais para haver perdas e danos.

18) Elegem as partes o foro da comarca de ……………, com exclusão de qualquer outro, por mais privilegiado que seja, par dirimir eventuais dúvidas surgidas em decorrência do presente ajuste.

O presente instrumento é firmado pelas partes e pelas testemunhas, em duas vias de igual teor.

Cidade,

CONTRATANTE:

CONTRATADO:

TESTEMUNHAS:

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História do tipo: Benguiat

benguiat1

Todo mundo tem os seus preferidos nos seus assuntos também preferidos. Como quem já leu esse blog sabe, um dos meus assuntos preferidos é Design editorial e, por consequência, tipografia. E eu tenho meus preferidos: Ed Benguiat (Ephram Edward Benguiat) e Adrian Frutiger.

Acho muito difícil encontrar histórias legais sobre tipografia na Internet. Também acho importante para quem se interessa por Design saber um pouco mais sobre a história daquilo que usa nos seus trabalhos. Conhecer a história de um tipo ajuda na sua aplicação correta.

Por que estou falando tudo isso? Li uma ótima reportagem do Ricardo Pagemaker, na revista especializada em produção gráfica Professional Publish, sobre uma de minhas fontes (e tipógrafo) preferidos: Benguiat e Ed Benguiat, respectivamente. Achei tão interessante que gostaria de compartilhar algumas coisas legais que li com quem lê meu Blog (falar nisso, muito obrigada!).

O tipo Benguiat, diferente da maioria, surgiu por acaso. Foi criado a partir de um projeto mal sucedido. Por volta de 1970, enquanto trabalhava com Herb Lubalin (é, ele mesmo, criador da Avant Garde…), um amigo pediu a Ed que lhe criasse um logotipo para uma loja que este iria abrir. Embora Ed tivesse criado vários tipos de traço bem acabado, o seu amigo rejeitou vários deles, inclusive um que o próprio Ed passou a simpatizar. Os traços que geraram essa simpatia deram origem à tão conhecida fonte Benguiat que conhecemos hoje.

Embora seu amigo não tivesse gostado, Ed não desistiu e passou a trabalhar na sua simpática fonte. Lubalin pediu explicações. Pediu um bom motivo para todo aquele trabalho num tipo que tinha sido rejeitado e, se Ed Benguiat não tivesse um bom motivo, deveria interromper seu projeto. Mas Ed (eu sou fã dele) não desistiu. Submeteu seu projeto à diretoria da Internacional Typeface Corporate (ITC), que rejeitou. Persistente, Ed Benguiat fez modificações e apresentou sua família de fontes mais três vezes até que, em 1976, a Benguiat foi aprovada pela ITC para ser comercializada, o que passou a ocorrer, de fato, em 1977.

Em 1979, Ed Benguiat lançou a Benguiat Gothic, versão mais fina e arredondada de sua precursora. Graças à persistência do Ed - ele mesmo, O Cara - temos a Benguiat: clássico da tipografia mundial.

O nova-iorquino Ed Benguiat  desenhou muitas outras fontes, acredita-se que algo em torno de 900. Continua a criar, dar paletras e ensinar por aí a fora. Esteve no Brasil em 2008, numa palestra promovida pela ESPM. Alguns de seus tipos mais conhecidos fazem parte do portfólio da ITC: ITC Benguiat, ITC Benguiat Gothic, ITC Edwardian Script, ITC Souvenir, Benguiat Frisky, ITC Tiffany e muitas outras, além da colaboração em diversos projetos. Por isso, ele é um dos Grandes Caras da Tipografia.

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Cores Hexadecimais

hexadecimal

Vamos admitir uma coisa muito importante porque admitir é o primeiro passo para a perfeição:

Trabalhar com cores Hexadecimais é bem complicado.

O sistema hexadecimal é bem difícil no quesito “saber as cores pelos nomes”. É até fácil para as cores básicas como o vermelho, o azul e o verde do RGB, mas cores como rosa, azul e lilás é uma história bem diferente.

Pois bem, tenha sempre em mãos uma tabela de cores hexadecimais que mostrem as cores, os “nomes” e os contrastes sobre preto e branco.

Onde você encontra esse negócio? – é a pergunta que não quer calar. Você encontra aqui, facinho, facinho.

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Sobre cor, em Flash

Fuçando na net encontrei um material sobre cores. Não é bem apropriado para produção gráfica, é mais para compreender misturas, um pouco de psicologia das cores e teoria da arte mesmo (que aliás, é importante para todas as áreas de comunicação, humanas e antropológicas). Quem quiser dar uma conferida é só clicar aqui.

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Frase do dia:

design-e1

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Material de produção gráfica

//www.rickardo.com.br/prodgraf/tx_aulas.htm

imagem extraída de http://www.rickardo.com.br/prodgraf/tx_aulas.htm

 

Opa! Ainda bem que existe gente boa na Terra!

Encontrei um site com muito material legal sobre Produção gráfica. Sim, talvez você já conheça, mas talvez não.

É o site de um professor de Produção gráfica. O site não é exatamente bonito, mas o material é muito útil para quem quer entender um pouquinho sobre os processos de impressão profissional como flexografia, impressão digital, tipografia e blá, blá, blá…

Tem muito material legal, principalmente pra quem ministra aulas como eu.

Para acessar o link é só clicar aqui.

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