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Opa! Ainda bem que existe gente boa na Terra!

Encontrei um site com muito material legal sobre Produção gráfica. Sim, talvez você já conheça, mas talvez não.

É o site de um professor de Produção gráfica. O site não é exatamente bonito, mas o material é muito útil para quem quer entender um pouquinho sobre os processos de impressão profissional como flexografia, impressão digital, tipografia e blá, blá, blá…

Tem muito material legal, principalmente pra quem ministra aulas como eu.

Para acessar o link é só clicar aqui.

Essa dica vem do Blog Pensando Páginas, novinho em folha e muito legal voltado para a área de diagramação (tradicional e para web).

Eu conferi e achei legal demais o blog da revista Época, onde o pessoal de arte da revista faz comentários sobre sites interessantíssimos, eventos, mostra as sugestões para capas da semana e divagações sobre Design.

Vale a pena conferir: http://colunas.epoca.globo.com/fazcaber/

Está chegando o fim do ano. O fim do período. O último semestre da faculdade vem aí e eu começo a pensar numa possível pós.

Isso me remete ao tempo em que concluí meu ensino médio (e faz tempo, viu? Em dezembro fazem 10 anos…).

Parece um post vindo do nada, mas não é. Penso nisso há algum tempo. Estudo Marketing e Propaganda. Gosto do curso, me identifico. Mas o que gosto mesmo de fazer é diagramação. Gosto de palavras, de papel, de páginas, de posicioná-las, planejá-las. De fazer caber…

Na hora em que penso na pós, penso em como vou (re)encontrar o meu caminho agora… Se era difícil encontrar uma faculdade que me permitisse trabalhar as 40 horas e fazer o que gostava (aqui, em Pernambuco, o mais próximo do que eu gosto chama-se design gráfico e é preciso dedicação exclusiva pra fazer uma faculdade disso aqui…) a pós na área é praticamente impossível!

O texto que li num dos meus blogs preferidos, o http://grosserias.blog.br/, me fez voltar a pensar neste assunto hoje.

Cheguei à conclusão que é bem difícil conciliar os estudos àquilo que você realmente gosta e quer fazer da vida. Depois que terminar a faculdade, provavelmente vou fazer a pós e vai ser em outra coisa que não tem nada a ver com minhas queridas páginas impressas. Mas apesar disso, não me deixarei acomodar. Tou pouco ligando pra droga da faculdade (e pra porcaria da pós também). Continuarei me rebelando contra elas e continuarei com minhas páginas.

Isso tudo, em linguagem simples e clara poderia ser expresso em algumas míseras sentenças: Você pode até não estudar exatamente o que gosta. Mas pode escolher fazer o que gosta com ou sem uma porcaria de um curso superior. O curso serve pra garantir que você não vai morrer de fome. Fazer o que gosta vai garantir que você não vai morrer de tristeza.

Quem nunca ficou na dúvida na hora de combinar cores para um trabalho atire a primeira pedra!

É justamente para diminuir os efeitos de ansiedade, indecisão e histeria que alguns sites prometem (e cumprem!) ajudar você neste momento tão difícil, quer seja para web, quer seja para impressão, no mínimo estes sites são grandes fontes de inspiração.

Site 1 – Colour Lovers (www.colourlovers.com)

 

Nele é possível criar paletas, criar amostras de cores, carregar padrões e fazer downloads de paletas, cores e padrões criados por outros “lovers” já prontinhos para Photoshop, Illustrator, HTML,  bastando fazer um cadastro simples e ter o plugin do Flash instalado (testei a partir da versão 8 e funciona perfeitamente). Você encontra as combinações de cores que deseja usando uma busca por tags extremamente eficiente. Tudo de graça e muito, muito divertido. Só um alerta: Cuidado para não virar um louco que passa o dia criando paletas.

 Site 2 – Kuler (http://kuler.adobe.com)

Quem ainda não conhece o Kuler da Adobe não sabe o que está perdendo. O site é um exemplo perfeito de aplicação da tecnologia AIR e simplesmente divino para ajudar na escolha de cores seja lá para onde for. Com o registro da Adobe (o mesmo do Photoshop express citado aqui) e a versão atualizada do plugin do flash, você também pode criar paletas e amostras de cores, armazenar na sua conta da web, classificar e fazer download para praticamente todos os apliativos da Creative Suite.

Pode até ser que sua inspiração para cores não volte mesmo acessando estas duas ferramentas incríveis. Mas se isso não acontecer, pense seriamente em mudar de profissão.

 

Quando eu digo que sou diagramadora, muita gente me pergunta o que é isso. Em termos simples,eu explico que é transformar aqueles textos do Word (bloco de notas, Wordpad, Write ou qualquer processador de textos semelhante) naqueles jornais, revistas e livros tão atrativos que vemos por aí.

Para ficar ainda mais claro, decidi escrever uma notinha sobre a história da diagramação aqui, e pouparei saliva, porque ao invés de explicar, a partir de agora, vou dizer: “Entra no meu blog que interpretação de texto deve ser mais fácil!”.

Como conceito, trata-se do planejamento, distribuição gráfica e da preparação de materiais impressos para as oficinas. É o diagramador quem escolhe a forma em que os textos e as imagens serão distribuídas dentro do suporte, geralmente papel. Fica sob sua responsabilidade a divisão dos espaços em colunas, a escolha das fontes e o posicionamento de quaisquer elementos que estarão contidos na peça – publicação a ser impressa.

Dentro deste conceito, algumas empresas preferem trabalhar com dois profissionais para que suas peças sejam compostas: o diagramador, que planeja a publicação e o arte-finalista, cuja função é seguir o planejamento do diagramador e deixar a publicação em sua forma definitiva para que seja impressa.

O processo de diagramação é muitas vezes chamado também de Editoração eletrônica ou Desktop Publishing, um termo que passou a ser usado a partir de 1985, e atribuído a Paul Brainerd, fundador da Aldus Corporation (o nome Aldus é uma homenagem a Aldus Manitius, grande tipógrafo que incorporou os tipos itálicos como estilos às fontes existentes hoje em dia). A Aldus foi a primeira fabricante do software Pagemaker, comprado pela Adobe algum tempo depois.

A partir deste ano de 1985, o processo de diagramação deixava de ser um trabalho artesanal de colagem em uma prancheta, chamado paste-up, e passava a ser executado em muito menos tempo e a um custo bem mais baixo usando o Pagemaker – pioneiro entre os softwares de paginação ­juntamente com o computador Macintosh da Apple (desde sempreo sonho de todo designer!), lançado em 1984 e a Apple LaserWriter, primeira impressora a trabalhar com a linguagem de descrição de página PostScript.

Desde 1985 o mercado só vem crescendo e se aprimorando. Foi lançada uma versão do Pagemaker para PC/Windows e surgiram novos softwares para o trabalho com diagramação como o QuarkXpress, Publisher e, mais recentemente, o InDesign, que hoje é o padrão mundial para editoração eletrônica por conta de seus poderosos recursos na hora de montar e trabalhar publicações tanto para impressão, como para distribuição por meios eletrônicos como a Internet, usando o formato PDF.

Com o constante aprimoramento dos recursos para diagramação e tendências para publicações, por conta do tráfego maior de informação o mercado é crescente e necessita de profissionais atualizados. Estes profissionais trabalham, na maioria das vezes, em editoras de livros, jornais e revistas; agências de publicidade ou executar trabalhos freelancer, sob contrato. No caso do InDesign, a necessidade é bastante crescente por se tratar de um software relativamente novo, em sua quinta versão (cabe um adendo: quando a CS4 for lançada no dia 23 de setembro deste ano, a versão será a 6).

Esteja claro, agora, o que é diagramação, por favor. (E se não estiver, vai procurar um professor de português!)

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