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Saiu mais uma aplicação Nextel para Android que eu desenhei, uhuuuu!  \o/

Esta foi para rodar na Casa Cor Pernambuco e já com a nova identidade visual.

havia desenhado uma para uma campanha promocional da Nextel no começo deste ano, mas ainda estava com a identidade antiga. Meu engenheiro de software preferido que desenvolveu e ficou perfeita. 🙂

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A quem lê e acessa meu blog: estou fazendo uma pesquisa que visa esclarecer o quanto a interpretação de imagens depende da experiência anterior do usuário. Se você puder ajudar, por favor, responda a pesquisa do link abaixo. É rapidinho: basta dizer em que você trabalha e responder abaixo de cada imagem o que ela representa para você. Assim que tiver uma boa amostragem, divulgo os resultados.

http://form.jotform.com/form/12903021729

Fico muito grata pela ajuda ^^

Depois de quase um mês com minha Wacom Bamboo pen & touch, enfim pude escrever minhas primeiras impressões sobre ela.

Não vou falar da caixa, que é linda. Nem vou postar aqui uma foto dela, porque as do site da Wacom são melhores do que as minhas.

Há uma diferença gigantesca entre trabalhar com a Tablet em Windows XP, Ubuntu e o Windows 7 (não testei no Vista). Em todos os sistemas é muito fácil de instalar. Tanto pelo CD que vem junto na caixa, como pela versão do driver disponível no site. Nada deu conflito, problema nenhum. A grande diferença é que nos dois primeiros sistemas operacionais citados ela é muito mais fácil de usar, porque a pressão da caneta não funciona. Então é mais ou menos como usar um mouse mais ergonômico. É importante dizer, que no Windows 7, nem é preciso encostar a caneta na mesa para navegar: encostou, clicou. Para navegar a caneta “flutua” na mesa. Isso já  não funciona tão bem no Windows XP e Ubuntu.

No Windows 7, os drivers do próprio Windows vão permitir que você escreva ao invés de digitar. O reconhecimento é perfeito para quem tem uma escrita legível, mas eu não recomendo, porque a maioria de nós digita muito mais rápido do que escreve – e se não é assim com você, muito provavelmente você vai achar difícil usar a caneta nos primeiros dias. É, isso mesmo. Eu falei dias. Se você não tem uma habilidade boa com o mouse, vai sofrer um pouco no começo. Mesmo para quem desenha (como eu) e quem trabalha com o mouse umas 10 horas por dia, precisa de umas duas horas para se acostumar a não olhar para a caneta e se adaptar que a área da mesa digitalizadora corresponde à área da tela. Não é pequena, como vi algumas pessoas terem medo. A área útil realmente corresponde ao espaço disponível no monitor. Na verdade, por mim seria até menor.

Meu ombro agradece, porque ele dói bem menos quando passo horas usando a caneta contra 1 horinha de mouse. Se não fosse o uso compartilhado ocasional do notebook com meus pais, para eles jogarem, eu abandonaria o mouse sem culpa completamente. Abandonei o uso do mouse completamente. Agora uso uma Bamboo Connect no trabalho e, como tenho o notebook só meu, nem comprei mais mouse. Ah, detalhe: para quem quer se acostumar com mesa digitalizadora, é a melhor saída. Abandone o mouse sem pena.

Praticamente não uso os 4 botões que vem na mesa (e são todos configuráveis), com exceção do primeiro botão de baixo que eu configurei para trabalhar como “desfazer’. Também praticamente não uso os botões da caneta (que configurei para clique com o direito e rolagem). Só a pressão da caneta me basta. Na pior das hipóteses uso o multitouch que dá um show em qualquer trackpad de notebook.

Funciona perfeita e lindamente com Illustrator (que usei para fazer as swirls que ilustram este post), com Corel Painter, com Corel Draw, com Photoshop (que usei para fazer o meu primeiro desenho com a tablet), com o office 2007, com o gmail, com Internet… com tudo. Inclusive a coisinha na ponta oposta da caneta que se parece e age como borracha. 😛

As pontas extras que vieram me deixaram muito tranquila. Também parece que vai ser bem fácil de trocar quando precisar (O anelzinho que vem com ela deve ajudar bastante), mas não acho que vá precisar trocar nem tão cedo.

Desativei o teclado pela caneta do Windows 7, que aparece do lado esquerdo, porque às vezes esbarrava nele e isso me atrapalhava…

Acho que é isso… Ah, importante! Se você não sabe desenhar com mouse, não é a tablet que vai ensinar.

Assim que tiver desenhado alguma coisa decente, realmente, posto aqui. A preguiça tem me impedido até então. 🙂

Só entende o que lhe é comum, senão…

Tirinha de Gary Larson.

Minha tablet nova acabou de chegar! Ela é linda. Só preciso me acostumar mais a trabalhar com ela. Assim que tiver um tempo, posto um review aqui.

Daqui: http://www.doctordisruption.com/wp-content/uploads/2011/01/design.jpg

De uma apresentação sobre design de interação do Instituto Faber-Ludens em http://www.slideshare.net/usabilidoido/design-de-interao-em-produtos-eletrnicos

 

A inspiração veio do html5 em inglês: http://shouldiworkforfree.com/ 😀

Sabe aquela história de que, antes de sentar no computador e começar a desenhar algo é preciso fazer um rascunho, que  o seu professor falava? É  a mais pura verdade. Nada ajuda mais a fazer um layout do que um bom rascunho. Já escutei quem dissesse: “Ah, mas eu não sei desenhar à mão…”

Foi pensando nisso que uns caras geniais criaram o Balsamiq. É uma aplicaçãozinha despretensiosa em Flex que permite criar uns rascunhos geniais, como esse de um aplicativo para IPhone aí embaixo.

Tem menus, botões, accordeons, links… muito fácil e tudo o que você precisa fazer é arrastar para a tela. Depois de pronto, antes de fazer o layout definitivo você faz os ajustes necessários.

Vale a pena experimentar. Genial!

It's evolution, baby!

Depois de um longo, longo tempo me deu vontade de escrever (e não sobre o assunto que eu pensei que seria, já que eu achava que este ia ser para a CS5, mas…). Isso aconteceu depois de precisar pesquisar sobre HTML 5 (notei, inclusive, que é perigoso querer falar sobre isso, durante as minhas pesquisas).

Cheguei a algumas conclusões importantes sobre os assuntos acima, embora acredite que nem todos vão concordar comigo. São elas:

– O site da W3C é horrível e eu não estou falando visualmente. Você precisa dar milhões de cliques até achar o que você precisa (tá bom, exagerei, mas a busca não é eficiente). Pensando que os sites web standards deveriam ser os mais usáveis (pela lógica de Nielsen…), aí vai um paradoxo (um dos vários) tem um campinho de busca, no site do escritório brasileiro, com um prompt “Digite para pesquisar”, só que quando você clica no campo, tem que apagar letra por letra, ou selecionar o texto, daí apagar, digitar o que você quer pesquisar e só então clicar no botão… ufa, cansei só de escrever. Aí você vai dizer: “mas é no site brasileiro…” e eu vou dizer que no W3C.org, tem um campo de busca, com o logotipo do Google, mas que não diz nada sobre a pesquisa só filtrar dentro do site… assim fica difícil defender.

Os “grandes mestres” em usabilidade detonam todo e qualquer estudo da percepção da forma que as escolas de design tenham feito. Até agora, a maior parte dos livros de grande referência na área desprezam qualquer inovação e tratam o usuário final como um ser “estúpido”, que só entende o que já conhece… imagina o que seria da Internet e outras grandes invenções do mundo se as pessoas só usassem o que conhecessem? Exemplo: Todos os links devem ser azuis e sublinhados, porque o usuário está habituado a isso. Já pensou a quantidade de texto azul? Sites de notícias todos em texto azul? Aí eu pego um livro do Nielsen onde ele diz: Sei que dissemos isso um dia, mas não foi bem isso que eu quis dizer. Ah, é verdade… não precisa mais ser azul. Só sublinhado… Neste ponto, voltamos ao site bonitinho (isso foi uma ironia) da W3C. Não é que ele é azul (hahaha) sublinhado e cheio de texto, que o carinha que entrar lá nem sabe por onde começar? Uma verdadeira poluição visual.

Moral da história: Escuto um monte de gente cultuando os Web Standards, a W3C, os mestres em usabilidade e desprezando aquilo que é o objetivo de qualquer produto: atender às necessidades e desejos do usuário. Vê se alguém quer só um carro com motor bom? Todo mundo quer mais: bom e bonito. Aí é que está o desafio para aqueles que constroem aplicativos Web: criar aplicações que atendam ao usuário e bonitas. Usáveis e charmosas.

Não que eu ache que os padrões da Web são ruins ou desnecessários. Acho que eles devem se adequar ao público-alvo. Se renovar, reinventar e, principalmente, acompanhar o seu público é o que qualquer produto precisa, mesmo a Internet.

Por essa posição dogmática da maioria é que existem tantos partidários do HTML 5, outros ferrenhos do Flash e ninguém enxerga mesmo é que a Web é grande, tem espaço para todo mundo, público para todo mundo e que quem agrada ao usuário, não necessariamente o “usável”, fica. Vamos ficar felizes com o novo e vamos aproveitar as coisas boas das soluções existentes também. Inovar é evoluir.

It’s evolution, baby!

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