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Saiu mais uma aplicação Nextel para Android que eu desenhei, uhuuuu!  \o/

Esta foi para rodar na Casa Cor Pernambuco e já com a nova identidade visual.

havia desenhado uma para uma campanha promocional da Nextel no começo deste ano, mas ainda estava com a identidade antiga. Meu engenheiro de software preferido que desenvolveu e ficou perfeita. 🙂

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Gostaria de agradecer a todos os que responderam a pesquisa sobre o uso de ícones. A imagem acima busca resumir as informações colhidas e tenho certeza de que vão ajudar bastante quem trabalha com UX, arquitetura de informação, design gráfico, de interfaces na hora de avaliar o uso de imagens e na decisão de usá-las.

Como disse em uma das listas em que distribuí a pesquisa, nenhuma resposta dada foi considerada errada, visto que elas dependem das experiências do usuário e do contexto, conforme bem lembrado pela Pat Duarte.

Alguns dados interessantes que não estão na imagem:

Para o ícone com o símbolo “#” recebi uma resposta “Cores do documento”. Fui tentar entender o motivo e cheguei à conclusão que era influência da numeração dos hexadecimais, onde as cores são apresentadas com este símbolo com prefixo (ex.: Preto = #000000);

Fiquei surpresa com a quantidade de divergências para as imagens de “texto justificado” e “Nova página”. A primeira porque é um ícone muito conhecido e a porcentagem de divergência foi maior do que eu esperava.  A segunda, pelo motivo contrário: por não ser um ícone “padrão” a divergência foi muito pequena.

A mim, a pesquisa vai ajudar para o treinamento, conforme divulguei e no planejamento da interface de novas telas e sistemas. E a você, vai ajudar?

Só entende o que lhe é comum, senão…

Tirinha de Gary Larson.

Daqui: http://www.doctordisruption.com/wp-content/uploads/2011/01/design.jpg

Vetorizar é um exercício de paciência. Mesmo gostando demais de fazê-lo, preciso encontrar algo que inspire e pensar na melhor forma de desenhar.

Ultimamente entrei numa de uns desenhos meio impressionistas com vetor, mesclando preto, suas gradações com uma cor forte. Estou gostando. Este desenho aí em cima, vai receber um tom de amarelo, em homenagem à música do Coldplay. ^^

Fazia muito tempo que eu não desenhava nadinha. Pelo menos nada que não fosse uma tela ou os assets para ela. Desenhei o Marvin, da Warner, no Illustrator e me surpreendi pelo tempo que levei para faze-lo, olhando para outro desenho. Até dois anos atrás, isso levaria no máximo uns 10 minutos… hoje levou quase 20

😛

Quer rabiscar com sua tablet nova? Usar brushes diferentes facinho, facinho? Usar um aplicativo html 5? Saber o que faz a tag <canvas>? Experimenta o DeviantArtMuro. Para quem já conhece o site de arte digital DeviantArt não vai ser difícil usar o DeviantArtMuro. Os pincéis são show de bola, a página é leve… não e um Painter Pro, tá certo… mas o carinha garante uma diversão. Experimenta lá: http://muro.deviantart.com/ .

Sabe aquela história de que, antes de sentar no computador e começar a desenhar algo é preciso fazer um rascunho, que  o seu professor falava? É  a mais pura verdade. Nada ajuda mais a fazer um layout do que um bom rascunho. Já escutei quem dissesse: “Ah, mas eu não sei desenhar à mão…”

Foi pensando nisso que uns caras geniais criaram o Balsamiq. É uma aplicaçãozinha despretensiosa em Flex que permite criar uns rascunhos geniais, como esse de um aplicativo para IPhone aí embaixo.

Tem menus, botões, accordeons, links… muito fácil e tudo o que você precisa fazer é arrastar para a tela. Depois de pronto, antes de fazer o layout definitivo você faz os ajustes necessários.

Vale a pena experimentar. Genial!

Lá de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, um amigo, Jackson Andrade (@jackandrade ), me mandou um link de uma aplicação em Flash (sim, Flash) para desenhar, pra lá de interessante. O nome? Boa pergunta. Não aparece o nome da aplicação, mas os efeitos de pincel e a possibilidade de carregar imagem para desenhar são show de bola pra fazer uma ilustração diferente. Como é desenho à mão livre, precisa ser bom de mouse ou ter uma tablet. A aplicação salva no formato png. Eu gostei e vale a pena brincar.

http://haznos.org/site-fazer-desenho-online-flash/

Hoje ao meio-dia, horário de Brasília, foi lançada a Creative Suíte 5. A Adobe fez um mega lançamento e, embora não tenha testado os recursos ainda (não baixei na máquina pra usar) tenho algumas considerações que acho importantes sobre a CS5.
A cada dia as mídias (impressa, Web e vídeo) estão mais integradas. InDesign faz uma exportação mais eficiente para Flash Professional, a paleta MiniBridge se propõe a facilitar a troca de arquivos… a interação parece aumentar a cada dia. Como já era previsto com o lançamento do Catalyst, a integração da arte com o desenvolvimento foi ampliada em larga escala se comparada com versões anteriores da suíte.
O desenho em pixels com qualidade de vetor é quase um milagre, porém, não se deve esquecer que o hardware precisará acompanhar as inovações: monitores com mais pontos de resolução e um bom processador vão ajudar na hora de renderizar tanta novidade, caso contrário, vai ser como desenhar um jardim em Flash num ícone 11×11 px hoje: tudo desfocado e ninguém entende nada do que você passou horas para desenhar.
O Dynamic PDF Creation é bom. Bom só, não. Muito bom. Poder criar PDFs a partir de qualquer conteúdo interativo desenhado na suíte de forma mais fácil e intuitiva é impossível. Na minha opinião é um dos melhores recursos lançados como aprimoramento.
A criação de documentos digitais dinâmicos com InDesgin era prevista, desde a CS4, mas não da maneira em que a Adobe colocou. Muito bom. Mas se você não entende nadinha de A(ction) S(cript) vai ficar difícil tirar o máximo proveito. Há modificações que só vão ser realmente produtivas quando exportadas pra Flash e trabalhadas lá. Mesmo assim, não dá pra negar que é um catalisador e tanto pra quem está migrando do impresso para o digital.
O Photoshop traz recursos que, pelo vídeo, deixaria todos com lágrimas nos olhos. O recurso Content-Aware Fill é bom e facilita a vida de quem tem técnica e conhecimento teórico. Ferramenta é só o meio. Se você faz um bom trabalho desde a ferramenta carimbo, vai fazer o mesmo bom trabalho mais rápido. Se não faz… vai continuar fazendo um trabalho ruim, só que mais rápido também.
A transformação Puppet Wrap é um recurso que eu já precisei muito várias vezes e levei o maior chocolate pra fazer, agora, muito mais fácil.
No Photoshop a melhor surpresa para mim ficou por conta dos recursos de pintura melhorados do Mixer Brush (muita gente vai dizer que já existia no Painter e no Gimp, mas não no Photoshop) nada mais justo do que incluí-lo agora. Pintar no Photoshop vai ser menos penoso e mais produtivo.
E o Catalyst… bem, prototipar para Flex usando o Photoshop ou o Illustrator com comportamento já fala por si só, mas pra dizer se funciona de verdade, tem que ter um desenvolvedor, ele sim pode dizer se facilita pra ele e se é eficiente. Se for, ah, foi tudo o que eu sonhei todas as noites desde que comecei a trabalhar com sistemas Flex.
Pra dizer se tudo isso é bom ou ruim só uma coisa vai definir: performance. Espero que tenha melhorado, porque muito recurso, mas tendo que comprar uma máquina nova a cada versão a Adobe vai me falir ou fazer com que eu mude de profissão, porque o CS4 pesava mais que um elefante no desempenho da máquina. Vamos aguardar pra falar com mais propriedade.

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