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Já teve problemas para criar um gráfico?

E no InDesign? Difícil, né? Vou nem falar do Corel… gráfico de pizza é um desespero.

Graças a um gênio, chamado Travis Kochel, que criou a perfeita FF Chartwell, “nossos problemas acabaram!”.

Facílima de usar, a fonte cria gráficos da maneira mais simples possível, em qualquer aplicação que permita a escolha de fontes instaladas no seu computador.

A fonte, logicamente, não é gratuita. No entanto, é mais barata que uma Maiola, por exemplo (não a desmerecendo, visto ser uma das serifadas mais bonitas que eu já vi). A família inteira custa apenas US$ 125.

E funciona! Quer ver?

How to Use FF Chartwell from FontFont on Vimeo.

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Saiu mais uma aplicação Nextel para Android que eu desenhei, uhuuuu!  \o/

Esta foi para rodar na Casa Cor Pernambuco e já com a nova identidade visual.

havia desenhado uma para uma campanha promocional da Nextel no começo deste ano, mas ainda estava com a identidade antiga. Meu engenheiro de software preferido que desenvolveu e ficou perfeita. 🙂

 

Gostaria de agradecer a todos os que responderam a pesquisa sobre o uso de ícones. A imagem acima busca resumir as informações colhidas e tenho certeza de que vão ajudar bastante quem trabalha com UX, arquitetura de informação, design gráfico, de interfaces na hora de avaliar o uso de imagens e na decisão de usá-las.

Como disse em uma das listas em que distribuí a pesquisa, nenhuma resposta dada foi considerada errada, visto que elas dependem das experiências do usuário e do contexto, conforme bem lembrado pela Pat Duarte.

Alguns dados interessantes que não estão na imagem:

Para o ícone com o símbolo “#” recebi uma resposta “Cores do documento”. Fui tentar entender o motivo e cheguei à conclusão que era influência da numeração dos hexadecimais, onde as cores são apresentadas com este símbolo com prefixo (ex.: Preto = #000000);

Fiquei surpresa com a quantidade de divergências para as imagens de “texto justificado” e “Nova página”. A primeira porque é um ícone muito conhecido e a porcentagem de divergência foi maior do que eu esperava.  A segunda, pelo motivo contrário: por não ser um ícone “padrão” a divergência foi muito pequena.

A mim, a pesquisa vai ajudar para o treinamento, conforme divulguei e no planejamento da interface de novas telas e sistemas. E a você, vai ajudar?

Há muita gente muito boa no que faz ao redor do mundo.

Isso inclui aqueles que trabalham com design, interação, usabilidade, arquitetura da informação, experiência do usuário…

É importante lembrar disso porque, mesmo que você seja o melhor profissional do planeta em alguma coisa, não esqueça de um ponto importante: Teste os resultados antes de publicar/implementar/homologar.

A imagem acima é da página de espera de uma agência digital muito, mas muito boa – a Fishy. Eles são Os Caras. Fazem trabalhos incríveis. Mas na sua própria página eles tiveram um pequeno problema: o texto está difícil de ler. Muito difícil mesmo. Foi usada um fonte muito legal para impressos, a Six Caps. Só que, para usar uma fonte dessas num site, tem que muito corajoso. Ela é uma fonte condensada e foi usada toda em uppercase. O resultado é que tem que ser ninja para ler uma fonte assim com o background audacioso (as centenas robozinhos coloridos). Tá certo que o texto está sob uma área chapada, mas ainda assim, é uma fonte difícil de ler em qualquer tamanho, principalmente com toda a distração.

Até os bons às vezes erram…

Depois de quase um mês com minha Wacom Bamboo pen & touch, enfim pude escrever minhas primeiras impressões sobre ela.

Não vou falar da caixa, que é linda. Nem vou postar aqui uma foto dela, porque as do site da Wacom são melhores do que as minhas.

Há uma diferença gigantesca entre trabalhar com a Tablet em Windows XP, Ubuntu e o Windows 7 (não testei no Vista). Em todos os sistemas é muito fácil de instalar. Tanto pelo CD que vem junto na caixa, como pela versão do driver disponível no site. Nada deu conflito, problema nenhum. A grande diferença é que nos dois primeiros sistemas operacionais citados ela é muito mais fácil de usar, porque a pressão da caneta não funciona. Então é mais ou menos como usar um mouse mais ergonômico. É importante dizer, que no Windows 7, nem é preciso encostar a caneta na mesa para navegar: encostou, clicou. Para navegar a caneta “flutua” na mesa. Isso já  não funciona tão bem no Windows XP e Ubuntu.

No Windows 7, os drivers do próprio Windows vão permitir que você escreva ao invés de digitar. O reconhecimento é perfeito para quem tem uma escrita legível, mas eu não recomendo, porque a maioria de nós digita muito mais rápido do que escreve – e se não é assim com você, muito provavelmente você vai achar difícil usar a caneta nos primeiros dias. É, isso mesmo. Eu falei dias. Se você não tem uma habilidade boa com o mouse, vai sofrer um pouco no começo. Mesmo para quem desenha (como eu) e quem trabalha com o mouse umas 10 horas por dia, precisa de umas duas horas para se acostumar a não olhar para a caneta e se adaptar que a área da mesa digitalizadora corresponde à área da tela. Não é pequena, como vi algumas pessoas terem medo. A área útil realmente corresponde ao espaço disponível no monitor. Na verdade, por mim seria até menor.

Meu ombro agradece, porque ele dói bem menos quando passo horas usando a caneta contra 1 horinha de mouse. Se não fosse o uso compartilhado ocasional do notebook com meus pais, para eles jogarem, eu abandonaria o mouse sem culpa completamente. Abandonei o uso do mouse completamente. Agora uso uma Bamboo Connect no trabalho e, como tenho o notebook só meu, nem comprei mais mouse. Ah, detalhe: para quem quer se acostumar com mesa digitalizadora, é a melhor saída. Abandone o mouse sem pena.

Praticamente não uso os 4 botões que vem na mesa (e são todos configuráveis), com exceção do primeiro botão de baixo que eu configurei para trabalhar como “desfazer’. Também praticamente não uso os botões da caneta (que configurei para clique com o direito e rolagem). Só a pressão da caneta me basta. Na pior das hipóteses uso o multitouch que dá um show em qualquer trackpad de notebook.

Funciona perfeita e lindamente com Illustrator (que usei para fazer as swirls que ilustram este post), com Corel Painter, com Corel Draw, com Photoshop (que usei para fazer o meu primeiro desenho com a tablet), com o office 2007, com o gmail, com Internet… com tudo. Inclusive a coisinha na ponta oposta da caneta que se parece e age como borracha. 😛

As pontas extras que vieram me deixaram muito tranquila. Também parece que vai ser bem fácil de trocar quando precisar (O anelzinho que vem com ela deve ajudar bastante), mas não acho que vá precisar trocar nem tão cedo.

Desativei o teclado pela caneta do Windows 7, que aparece do lado esquerdo, porque às vezes esbarrava nele e isso me atrapalhava…

Acho que é isso… Ah, importante! Se você não sabe desenhar com mouse, não é a tablet que vai ensinar.

Assim que tiver desenhado alguma coisa decente, realmente, posto aqui. A preguiça tem me impedido até então. 🙂

Só entende o que lhe é comum, senão…

Tirinha de Gary Larson.

Minha tablet nova acabou de chegar! Ela é linda. Só preciso me acostumar mais a trabalhar com ela. Assim que tiver um tempo, posto um review aqui.

Daqui: http://www.doctordisruption.com/wp-content/uploads/2011/01/design.jpg

Você está lá, no meio do seu layout quando o desenvolvedor ao seu lado pergunta: “Que cor é essa?”. Não. Ele não está falando do matiz (vermelho, verde, azul amarelo, laranja…) Ele quer saber qual é o código hexadecimal daquela cor que você colocou ali, no desenho. E, bem, você não tem a mínima ideia, afinal, usou o a Eyedropper tool e capturou aquela cor qualquer de uma outra imagem que você nem lembra mais qual era…

Você tem escolhas: abrir a imagem do carinha (supondo que você ainda a tenha e saiba onde está) e usar o eyedropper novamente. Pode chutar um hexadecimal qualquer (É #9CFF00, agora para de encher o saco!) que é muito indelicado e corre o grande risco de sair a cor errada. Ou não precisar abrir o Photoshop. Basta usar ColorPic (você ou o próprio desenvolvedor).

A grande vantagem do ColorPic é que você não fica restrito à captura de cores do workspace do Photoshop ou Illustrator. Você pode capturar qualquer cor que esteja aparecendo no seu monitor em HSB, RGB ou Hexadecimal com um simples mouse over. Por exemplo: usando a imagem acima, pelos meios tradicionais, para capturar um “Roxo da mesma cor do ícone do Eclipse” eu teria que printar a tela, colar num novo documento do Photoshop, abrir o seletor de cores, clicar nele com o eyedropper. Assim eu saberia a cor. Já usando o ColorPic basta abrir a aplicação (bem levinha, por sinal) e posicionar o mouse no ícone. O ColorPic permite uma boa precisão com lente de aumento na parte inferior e te dá a cor em tempo real #57539B. Beleza, né? A versão básica é free. Só baixar.

Quer rabiscar com sua tablet nova? Usar brushes diferentes facinho, facinho? Usar um aplicativo html 5? Saber o que faz a tag <canvas>? Experimenta o DeviantArtMuro. Para quem já conhece o site de arte digital DeviantArt não vai ser difícil usar o DeviantArtMuro. Os pincéis são show de bola, a página é leve… não e um Painter Pro, tá certo… mas o carinha garante uma diversão. Experimenta lá: http://muro.deviantart.com/ .

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