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Sabe aquela história de que, antes de sentar no computador e começar a desenhar algo é preciso fazer um rascunho, que  o seu professor falava? É  a mais pura verdade. Nada ajuda mais a fazer um layout do que um bom rascunho. Já escutei quem dissesse: “Ah, mas eu não sei desenhar à mão…”

Foi pensando nisso que uns caras geniais criaram o Balsamiq. É uma aplicaçãozinha despretensiosa em Flex que permite criar uns rascunhos geniais, como esse de um aplicativo para IPhone aí embaixo.

Tem menus, botões, accordeons, links… muito fácil e tudo o que você precisa fazer é arrastar para a tela. Depois de pronto, antes de fazer o layout definitivo você faz os ajustes necessários.

Vale a pena experimentar. Genial!

It's evolution, baby!

Depois de um longo, longo tempo me deu vontade de escrever (e não sobre o assunto que eu pensei que seria, já que eu achava que este ia ser para a CS5, mas…). Isso aconteceu depois de precisar pesquisar sobre HTML 5 (notei, inclusive, que é perigoso querer falar sobre isso, durante as minhas pesquisas).

Cheguei a algumas conclusões importantes sobre os assuntos acima, embora acredite que nem todos vão concordar comigo. São elas:

– O site da W3C é horrível e eu não estou falando visualmente. Você precisa dar milhões de cliques até achar o que você precisa (tá bom, exagerei, mas a busca não é eficiente). Pensando que os sites web standards deveriam ser os mais usáveis (pela lógica de Nielsen…), aí vai um paradoxo (um dos vários) tem um campinho de busca, no site do escritório brasileiro, com um prompt “Digite para pesquisar”, só que quando você clica no campo, tem que apagar letra por letra, ou selecionar o texto, daí apagar, digitar o que você quer pesquisar e só então clicar no botão… ufa, cansei só de escrever. Aí você vai dizer: “mas é no site brasileiro…” e eu vou dizer que no W3C.org, tem um campo de busca, com o logotipo do Google, mas que não diz nada sobre a pesquisa só filtrar dentro do site… assim fica difícil defender.

Os “grandes mestres” em usabilidade detonam todo e qualquer estudo da percepção da forma que as escolas de design tenham feito. Até agora, a maior parte dos livros de grande referência na área desprezam qualquer inovação e tratam o usuário final como um ser “estúpido”, que só entende o que já conhece… imagina o que seria da Internet e outras grandes invenções do mundo se as pessoas só usassem o que conhecessem? Exemplo: Todos os links devem ser azuis e sublinhados, porque o usuário está habituado a isso. Já pensou a quantidade de texto azul? Sites de notícias todos em texto azul? Aí eu pego um livro do Nielsen onde ele diz: Sei que dissemos isso um dia, mas não foi bem isso que eu quis dizer. Ah, é verdade… não precisa mais ser azul. Só sublinhado… Neste ponto, voltamos ao site bonitinho (isso foi uma ironia) da W3C. Não é que ele é azul (hahaha) sublinhado e cheio de texto, que o carinha que entrar lá nem sabe por onde começar? Uma verdadeira poluição visual.

Moral da história: Escuto um monte de gente cultuando os Web Standards, a W3C, os mestres em usabilidade e desprezando aquilo que é o objetivo de qualquer produto: atender às necessidades e desejos do usuário. Vê se alguém quer só um carro com motor bom? Todo mundo quer mais: bom e bonito. Aí é que está o desafio para aqueles que constroem aplicativos Web: criar aplicações que atendam ao usuário e bonitas. Usáveis e charmosas.

Não que eu ache que os padrões da Web são ruins ou desnecessários. Acho que eles devem se adequar ao público-alvo. Se renovar, reinventar e, principalmente, acompanhar o seu público é o que qualquer produto precisa, mesmo a Internet.

Por essa posição dogmática da maioria é que existem tantos partidários do HTML 5, outros ferrenhos do Flash e ninguém enxerga mesmo é que a Web é grande, tem espaço para todo mundo, público para todo mundo e que quem agrada ao usuário, não necessariamente o “usável”, fica. Vamos ficar felizes com o novo e vamos aproveitar as coisas boas das soluções existentes também. Inovar é evoluir.

It’s evolution, baby!

Lá de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, um amigo, Jackson Andrade (@jackandrade ), me mandou um link de uma aplicação em Flash (sim, Flash) para desenhar, pra lá de interessante. O nome? Boa pergunta. Não aparece o nome da aplicação, mas os efeitos de pincel e a possibilidade de carregar imagem para desenhar são show de bola pra fazer uma ilustração diferente. Como é desenho à mão livre, precisa ser bom de mouse ou ter uma tablet. A aplicação salva no formato png. Eu gostei e vale a pena brincar.

http://haznos.org/site-fazer-desenho-online-flash/

Hoje ao meio-dia, horário de Brasília, foi lançada a Creative Suíte 5. A Adobe fez um mega lançamento e, embora não tenha testado os recursos ainda (não baixei na máquina pra usar) tenho algumas considerações que acho importantes sobre a CS5.
A cada dia as mídias (impressa, Web e vídeo) estão mais integradas. InDesign faz uma exportação mais eficiente para Flash Professional, a paleta MiniBridge se propõe a facilitar a troca de arquivos… a interação parece aumentar a cada dia. Como já era previsto com o lançamento do Catalyst, a integração da arte com o desenvolvimento foi ampliada em larga escala se comparada com versões anteriores da suíte.
O desenho em pixels com qualidade de vetor é quase um milagre, porém, não se deve esquecer que o hardware precisará acompanhar as inovações: monitores com mais pontos de resolução e um bom processador vão ajudar na hora de renderizar tanta novidade, caso contrário, vai ser como desenhar um jardim em Flash num ícone 11×11 px hoje: tudo desfocado e ninguém entende nada do que você passou horas para desenhar.
O Dynamic PDF Creation é bom. Bom só, não. Muito bom. Poder criar PDFs a partir de qualquer conteúdo interativo desenhado na suíte de forma mais fácil e intuitiva é impossível. Na minha opinião é um dos melhores recursos lançados como aprimoramento.
A criação de documentos digitais dinâmicos com InDesgin era prevista, desde a CS4, mas não da maneira em que a Adobe colocou. Muito bom. Mas se você não entende nadinha de A(ction) S(cript) vai ficar difícil tirar o máximo proveito. Há modificações que só vão ser realmente produtivas quando exportadas pra Flash e trabalhadas lá. Mesmo assim, não dá pra negar que é um catalisador e tanto pra quem está migrando do impresso para o digital.
O Photoshop traz recursos que, pelo vídeo, deixaria todos com lágrimas nos olhos. O recurso Content-Aware Fill é bom e facilita a vida de quem tem técnica e conhecimento teórico. Ferramenta é só o meio. Se você faz um bom trabalho desde a ferramenta carimbo, vai fazer o mesmo bom trabalho mais rápido. Se não faz… vai continuar fazendo um trabalho ruim, só que mais rápido também.
A transformação Puppet Wrap é um recurso que eu já precisei muito várias vezes e levei o maior chocolate pra fazer, agora, muito mais fácil.
No Photoshop a melhor surpresa para mim ficou por conta dos recursos de pintura melhorados do Mixer Brush (muita gente vai dizer que já existia no Painter e no Gimp, mas não no Photoshop) nada mais justo do que incluí-lo agora. Pintar no Photoshop vai ser menos penoso e mais produtivo.
E o Catalyst… bem, prototipar para Flex usando o Photoshop ou o Illustrator com comportamento já fala por si só, mas pra dizer se funciona de verdade, tem que ter um desenvolvedor, ele sim pode dizer se facilita pra ele e se é eficiente. Se for, ah, foi tudo o que eu sonhei todas as noites desde que comecei a trabalhar com sistemas Flex.
Pra dizer se tudo isso é bom ou ruim só uma coisa vai definir: performance. Espero que tenha melhorado, porque muito recurso, mas tendo que comprar uma máquina nova a cada versão a Adobe vai me falir ou fazer com que eu mude de profissão, porque o CS4 pesava mais que um elefante no desempenho da máquina. Vamos aguardar pra falar com mais propriedade.


Anote na sua agenda: dia 12 de abril tem o lançamento da Creative Suite 5.
Extremamente aguardada, principalmente pelas promessas a respeito do Flash e seus recursos novos para desenvolvimento de aplicativos para IPhone e a maior integração prometida no que se refere a aplicativos como Photoshop, InDesign e Illustrator junto à plataformas de desenvolvimento de aplicações RIA e novos recursos para Internet.
Flash Builder 4 e SDK do Flex 4 já disponíveis. Para baixar, basta ter uma conta Adobe.
Para saber mais: http://cs5launch.adobe.com/?promoid=FDKBO e http://www.adobe.com/products/flashbuilder/

Primeiro, justificando a ausência de posts novos durante tanto tempo: Muitas pessoas importantes estiveram ausentes  da minha vida desde o último post. Isso dificulta todo o processo de pesquisa, escrita e inspiração. Agradeço pela volta da maioria delas à minha vida diariamente.
Agora vamos ao que interessa. Você está em algum lugar que não seja a sua máquina, sem o photoshop e precisa de uma ferramenta eficiente, que trabalhe com camadas, filtros, transformação livre e ferramentas variadas para desenhar e pintar. O que você faz? Você acessa o Sumo Paint!



Eu já falei aqui sobre a ferramenta bem intencionada e eficiente ao que se propõe: o Photoshop Express da Adobe. Mas nenhuma ferramenta online se propõe a utilizar o RIA para tratamento de imagens de modo tão eficiente quanto o Sumo Paint.
O cara trabalha camadas, vários tipos de pincéis, filtros (3D, sharpen, blur…), ajustes de imagens, a área de trabalho é bem semelhante ao aplicativo desktop e muito intuitiva… parece que você está realmente usando o Photoshop numa versão mais antiga. A ferramenta é leve e, na minha opinião traz recursos que a Adobe bem que poderia disponibilizar na sua versão express.
Você pode experimentar a ferramenta como convidado e postar na galeria com um cadastro de usuário simples.
Vale a pena testar.

A Faculdade Marista do Recife está com inscrições abertas para o curso de especialização em Front-end e Design, com previsão para o início de Maio/2010. O currículo foca em linguagens de programação para Web e orientada a objetos. A Inscrição custa R$ 50,00 e mais 18 mensalidades de R$ 390,00. Para quem quiser mais informações, consulte a página de detalhes da especialização aqui.

Eu já devo ter falado de Gestalt aqui em algum lugar, mas como estou com preguiça pós-trabalho, nem vou procurar no blog.

Quem conhece um pouquinho de design ou psicologia (ou das duas coisas)  deve ter ouvido falar nas leis dessa escola (não escola física e sim o conjunto de paradigmas que forma uma teoria e blá, blá, blá) que trata da percepção humana e facilita a compreensão das idéias. As principais leis da Gestalt podem ser assim resumidamente definidas:

Proximidade: vários elementos perto uns dos outros parecem fazer parte de um único elemento;

Similaridade: elementos semelhantes agrupam-se a fim de formar unidade. Essa semelhança pode dar-se por forma, tamanho, cor…;

Clausura: é o que “fecha” um ciclo entre vários objetos a fim de atingir a unidade e fazer com que os mesmos pareçam conectados, peças de um objeto só;

Simplicidade ou pregnância: quanto mais simples, mais facilmente o resultado é assimilado (olha o que o John Maeda fala fazendo sentido…) e;

Continuidade: define a ordem de leitura não deixando que ninguém fique “perdido” ao olhar para o objeto.

Sim, mas o que esse blá, blá, blá tem a ver com sistemas? Simples. Construa sistemas onde o usuário pode encontrar-se dentro dele. Agrupe opções e mostre que todas as telas fazem parte de um mesmo sistema e que diversos sistemas fazem parte de uma mesma empresa. Digo isso porque tenho visto sistemas web com funcionalidades muito legais mas que deixam a desejar no quesito usabilidade (aqui diretamente ligado a Gestalt aplicada), às vezes softwares de uma mesma empresa são completamente loucos e diferentes uns dos outros.

Quer um exemplo? Pegue três aparelhos de celular da motorola de modelos diferentes e veja se consegue usar todos eles facilmente. Ninguém consegue. São softwares difíceis e que às vezes não tem muito a ver uns com os outros. Tudo o que eles conseguem ter semelhantes (e olhe lá) é o acesso ao menu e mais nada.

Quando pensar em desenho de sistemas, pelo-amor-de-deus, pense que tem um usuário do outro lado que usa Gestalt inconscientemente para manuseá-lo.

Cuidado que o o Flash vem aí!!!

Anunciado no evento Adobe Max 2009 o beta do Flash CS5 até o fim deste ano.

Compatível para desenvolvimento de aplicações para IPhone, trabalho aprimorado com Framework, XML baseado em FLA, integração com Flash Builder e aumento da produtividade com o Action3.

Todo mundo de olho no AdobeLabs.

Para saber mais sobre o Flash CS5 clique aqui.

Para saber mais sobre o Adobe Max, clique aqui.

iseminar

O melhor evento de Web e Design do nordeste já tem data marcada e as inscrições estão abertas. É o ISeminar 2009.

Estão confirmadas presenças importantes como a dos webdesigners Neto Leal (coordenador da Cubo.cc), Ricardo Piologo  (Mundo Canibal) e Irving Suna (agência Fishy).

A novidade ruim é que este é o primeiro ano pago do evento e as incrições até o dia 05/10 custam R$ 25. Daí crescem para R$ 30 e R$40 com a aproximação do evento. Apesar disso vale muito a pena pagar porque o evento é realmente legal.

Se for, a gente se encontra lá.

Para se inscrever é só acessar http://www.iseminar.com.br/v2009/

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