Arquivos para posts com tag: Adobe

Hoje ao meio-dia, horário de Brasília, foi lançada a Creative Suíte 5. A Adobe fez um mega lançamento e, embora não tenha testado os recursos ainda (não baixei na máquina pra usar) tenho algumas considerações que acho importantes sobre a CS5.
A cada dia as mídias (impressa, Web e vídeo) estão mais integradas. InDesign faz uma exportação mais eficiente para Flash Professional, a paleta MiniBridge se propõe a facilitar a troca de arquivos… a interação parece aumentar a cada dia. Como já era previsto com o lançamento do Catalyst, a integração da arte com o desenvolvimento foi ampliada em larga escala se comparada com versões anteriores da suíte.
O desenho em pixels com qualidade de vetor é quase um milagre, porém, não se deve esquecer que o hardware precisará acompanhar as inovações: monitores com mais pontos de resolução e um bom processador vão ajudar na hora de renderizar tanta novidade, caso contrário, vai ser como desenhar um jardim em Flash num ícone 11×11 px hoje: tudo desfocado e ninguém entende nada do que você passou horas para desenhar.
O Dynamic PDF Creation é bom. Bom só, não. Muito bom. Poder criar PDFs a partir de qualquer conteúdo interativo desenhado na suíte de forma mais fácil e intuitiva é impossível. Na minha opinião é um dos melhores recursos lançados como aprimoramento.
A criação de documentos digitais dinâmicos com InDesgin era prevista, desde a CS4, mas não da maneira em que a Adobe colocou. Muito bom. Mas se você não entende nadinha de A(ction) S(cript) vai ficar difícil tirar o máximo proveito. Há modificações que só vão ser realmente produtivas quando exportadas pra Flash e trabalhadas lá. Mesmo assim, não dá pra negar que é um catalisador e tanto pra quem está migrando do impresso para o digital.
O Photoshop traz recursos que, pelo vídeo, deixaria todos com lágrimas nos olhos. O recurso Content-Aware Fill é bom e facilita a vida de quem tem técnica e conhecimento teórico. Ferramenta é só o meio. Se você faz um bom trabalho desde a ferramenta carimbo, vai fazer o mesmo bom trabalho mais rápido. Se não faz… vai continuar fazendo um trabalho ruim, só que mais rápido também.
A transformação Puppet Wrap é um recurso que eu já precisei muito várias vezes e levei o maior chocolate pra fazer, agora, muito mais fácil.
No Photoshop a melhor surpresa para mim ficou por conta dos recursos de pintura melhorados do Mixer Brush (muita gente vai dizer que já existia no Painter e no Gimp, mas não no Photoshop) nada mais justo do que incluí-lo agora. Pintar no Photoshop vai ser menos penoso e mais produtivo.
E o Catalyst… bem, prototipar para Flex usando o Photoshop ou o Illustrator com comportamento já fala por si só, mas pra dizer se funciona de verdade, tem que ter um desenvolvedor, ele sim pode dizer se facilita pra ele e se é eficiente. Se for, ah, foi tudo o que eu sonhei todas as noites desde que comecei a trabalhar com sistemas Flex.
Pra dizer se tudo isso é bom ou ruim só uma coisa vai definir: performance. Espero que tenha melhorado, porque muito recurso, mas tendo que comprar uma máquina nova a cada versão a Adobe vai me falir ou fazer com que eu mude de profissão, porque o CS4 pesava mais que um elefante no desempenho da máquina. Vamos aguardar pra falar com mais propriedade.


Anote na sua agenda: dia 12 de abril tem o lançamento da Creative Suite 5.
Extremamente aguardada, principalmente pelas promessas a respeito do Flash e seus recursos novos para desenvolvimento de aplicativos para IPhone e a maior integração prometida no que se refere a aplicativos como Photoshop, InDesign e Illustrator junto à plataformas de desenvolvimento de aplicações RIA e novos recursos para Internet.
Flash Builder 4 e SDK do Flex 4 já disponíveis. Para baixar, basta ter uma conta Adobe.
Para saber mais: http://cs5launch.adobe.com/?promoid=FDKBO e http://www.adobe.com/products/flashbuilder/

Primeiro, justificando a ausência de posts novos durante tanto tempo: Muitas pessoas importantes estiveram ausentes  da minha vida desde o último post. Isso dificulta todo o processo de pesquisa, escrita e inspiração. Agradeço pela volta da maioria delas à minha vida diariamente.
Agora vamos ao que interessa. Você está em algum lugar que não seja a sua máquina, sem o photoshop e precisa de uma ferramenta eficiente, que trabalhe com camadas, filtros, transformação livre e ferramentas variadas para desenhar e pintar. O que você faz? Você acessa o Sumo Paint!



Eu já falei aqui sobre a ferramenta bem intencionada e eficiente ao que se propõe: o Photoshop Express da Adobe. Mas nenhuma ferramenta online se propõe a utilizar o RIA para tratamento de imagens de modo tão eficiente quanto o Sumo Paint.
O cara trabalha camadas, vários tipos de pincéis, filtros (3D, sharpen, blur…), ajustes de imagens, a área de trabalho é bem semelhante ao aplicativo desktop e muito intuitiva… parece que você está realmente usando o Photoshop numa versão mais antiga. A ferramenta é leve e, na minha opinião traz recursos que a Adobe bem que poderia disponibilizar na sua versão express.
Você pode experimentar a ferramenta como convidado e postar na galeria com um cadastro de usuário simples.
Vale a pena testar.

Cuidado que o o Flash vem aí!!!

Anunciado no evento Adobe Max 2009 o beta do Flash CS5 até o fim deste ano.

Compatível para desenvolvimento de aplicações para IPhone, trabalho aprimorado com Framework, XML baseado em FLA, integração com Flash Builder e aumento da produtividade com o Action3.

Todo mundo de olho no AdobeLabs.

Para saber mais sobre o Flash CS5 clique aqui.

Para saber mais sobre o Adobe Max, clique aqui.

iseminar

O melhor evento de Web e Design do nordeste já tem data marcada e as inscrições estão abertas. É o ISeminar 2009.

Estão confirmadas presenças importantes como a dos webdesigners Neto Leal (coordenador da Cubo.cc), Ricardo Piologo  (Mundo Canibal) e Irving Suna (agência Fishy).

A novidade ruim é que este é o primeiro ano pago do evento e as incrições até o dia 05/10 custam R$ 25. Daí crescem para R$ 30 e R$40 com a aproximação do evento. Apesar disso vale muito a pena pagar porque o evento é realmente legal.

Se for, a gente se encontra lá.

Para se inscrever é só acessar http://www.iseminar.com.br/v2009/

splash-107

Pra quem não acompanhou a história do melhor software de tratamento de imagens do mundo porque nasceu depois de 1988, quem quer um pouco de nostalgia ou saudosismo ou quem nunca entrou nada tão curioso precisa conferir a história do Photoshop que está disponível no site Hongkiat.com. É muito interessante ver a evolução da caixa de ferramentas, dos splashs e dos ícones. Pra quem quiser ver a evolução de 1988 até agora, acesse http://www.hongkiat.com/blog/evolution-of-photoshop/ .

catalyst

Quando você pensa que a Adobe não tem mais nada de interessante pra lançar e que o máximo que vai acontecer é aprimorar os produtos atuais com um filtro aqui, um recurso ali, você é, incrivelmente, surpreendido. Foi o que aconteceu comigo esta semana depois de testar o Adobe Flash Catalyst, lançado no Adobe Max 2008/2009, e disponível em sua versão Beta desde o dia 1º de junho deste ano no Adobe Labs para teste junto com o Flash Builder 4 (Antigo Flex Builder) e Flex 4 SDK.

Pra mim, que estou desenvolvendo design de telas e ícones pra sistemas baseados em Flex e Java, não poderia haver nada melhor. Imagine desenhar uma simples telinha em Illustrator CS4 (Photoshop ou Fireworks, se preferir) e depois transformar tudo em componentes – textinput, botões, rolagens verticais e horizontais entre outros – com um simples clique no botão direito. Tudo com comportamento, funcionando. Simples como salvar um arquivo e sem digitar uma linha de código! Sem declarar uma classe! Nada, nem um ponto e vírgula. Tudo continua editável e você pode atribuir efeitos básicos disponíveis no Flex.

Atribuir foco, sentido do foco e outras coisas que hoje te obrigariam a entrar no Eclipse e vasculhar como um desesperado estão agora ao alcance de um clique com o botão direito numa interface mais simples do que a do Wordpad do Windows.

Você pode fazer protótipos de tela que funcionam em AIR ou SWF e mostrar para o desenvolvedor de uma forma que ele compreenda exatamente o que foi pensado, ele pode aproveitar os códigos gerados pelo Catalyst e somente incrementar com o Flash Builder 4. O fluxo de trabalho do desenvolvimento é imensamente melhorado… sem falar na integração Designer-Desenvolvedor, que de certa forma passarão a falar uma mesma língua, passando a se odiar menos (pelo menos em teoria, porque eu me dou bem demais com meus amiguinhos desenvolvedores – Os Caras).

O Flash Catalyst está disponível na versão Beta para Windows e Mac e, embora a versão Beta não permita grandes ajustes visuais em alguns componentes, mas já dá pra ver como vai ser prático desenvolver telas e protótipos com tanta integração. O trabalho para web e aplicações ricas para desktop só saiu ganhando. Ponto pra Adobe, mais uma vez.

 

Ah! Deixa eu fazer propaganda de graça de um evento muito legal que vai acontecer em Recife, no dia 8 de novembro de 2008: O Iseminar. Promovido pela Imedia, autorizada da Adobe no Nordeste, o evento, voltado para Web e Design sempre conta com participações especiais, como no ano passado, que teve o Maurício Ricardo do Charges.com como convidado.

Este ano com o lançamento da CS4, deve ter muitas novidades. Um dos convidados é um cara super fera:  Neto Leal da agência Gringos, citada na revista online de fotografia e ilustração ideafixa.

O evento é gratuito, basta se inscrever no site. Já aconteceu em diversos estados do Brasil e já é contado como um dos mais importantes da área no país.

E todo mundo fala de novidades e novidades sobre os seus softwares preferidos que estarão disponíveis em versão para PC a partir de outubro. Eu vou falar do meu: InDesign.

Imagine agora como vai ser interessante criar arquivos que possam ter conteúdos Flash Player interativos! Comprovação de problemas de impressão em tempo real, rotação da interface sem rotação física do monitor para documentos verticais, referência  cruzada, paleta vínculos com miniaturas… perco o fôlego!

Eu sei que já era previsto com o lançamento do Acrobat 9 e a expansão do AIR, mas preparar esse tipo de publicação no InDesign me surpreendeu para melhor. Eu que sempre achei o Flash lindo, o AIR uma ótima idéia, o PDF a melhor invenção no que se refere a formato de arquivos dos últimos tempos e o InDesign a ferramenta mais incrível para trabalho de publicações off-line.

Simplesmente lindo (aqui incluo as embalagens muito bonitas).

Só pode ser sonho poder integrar tudo isso. Se for, espero não acordar. Mais uma vez, ponto pra Adobe.

www.adobe.com.br

 

Quando eu digo que sou diagramadora, muita gente me pergunta o que é isso. Em termos simples,eu explico que é transformar aqueles textos do Word (bloco de notas, Wordpad, Write ou qualquer processador de textos semelhante) naqueles jornais, revistas e livros tão atrativos que vemos por aí.

Para ficar ainda mais claro, decidi escrever uma notinha sobre a história da diagramação aqui, e pouparei saliva, porque ao invés de explicar, a partir de agora, vou dizer: “Entra no meu blog que interpretação de texto deve ser mais fácil!”.

Como conceito, trata-se do planejamento, distribuição gráfica e da preparação de materiais impressos para as oficinas. É o diagramador quem escolhe a forma em que os textos e as imagens serão distribuídas dentro do suporte, geralmente papel. Fica sob sua responsabilidade a divisão dos espaços em colunas, a escolha das fontes e o posicionamento de quaisquer elementos que estarão contidos na peça – publicação a ser impressa.

Dentro deste conceito, algumas empresas preferem trabalhar com dois profissionais para que suas peças sejam compostas: o diagramador, que planeja a publicação e o arte-finalista, cuja função é seguir o planejamento do diagramador e deixar a publicação em sua forma definitiva para que seja impressa.

O processo de diagramação é muitas vezes chamado também de Editoração eletrônica ou Desktop Publishing, um termo que passou a ser usado a partir de 1985, e atribuído a Paul Brainerd, fundador da Aldus Corporation (o nome Aldus é uma homenagem a Aldus Manitius, grande tipógrafo que incorporou os tipos itálicos como estilos às fontes existentes hoje em dia). A Aldus foi a primeira fabricante do software Pagemaker, comprado pela Adobe algum tempo depois.

A partir deste ano de 1985, o processo de diagramação deixava de ser um trabalho artesanal de colagem em uma prancheta, chamado paste-up, e passava a ser executado em muito menos tempo e a um custo bem mais baixo usando o Pagemaker – pioneiro entre os softwares de paginação ­juntamente com o computador Macintosh da Apple (desde sempreo sonho de todo designer!), lançado em 1984 e a Apple LaserWriter, primeira impressora a trabalhar com a linguagem de descrição de página PostScript.

Desde 1985 o mercado só vem crescendo e se aprimorando. Foi lançada uma versão do Pagemaker para PC/Windows e surgiram novos softwares para o trabalho com diagramação como o QuarkXpress, Publisher e, mais recentemente, o InDesign, que hoje é o padrão mundial para editoração eletrônica por conta de seus poderosos recursos na hora de montar e trabalhar publicações tanto para impressão, como para distribuição por meios eletrônicos como a Internet, usando o formato PDF.

Com o constante aprimoramento dos recursos para diagramação e tendências para publicações, por conta do tráfego maior de informação o mercado é crescente e necessita de profissionais atualizados. Estes profissionais trabalham, na maioria das vezes, em editoras de livros, jornais e revistas; agências de publicidade ou executar trabalhos freelancer, sob contrato. No caso do InDesign, a necessidade é bastante crescente por se tratar de um software relativamente novo, em sua quinta versão (cabe um adendo: quando a CS4 for lançada no dia 23 de setembro deste ano, a versão será a 6).

Esteja claro, agora, o que é diagramação, por favor. (E se não estiver, vai procurar um professor de português!)

%d blogueiros gostam disto: