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Acabei de fazer a identidade visual do Café e Buffet D’Annas.

Um trabalho muito legal de fazer.

Você pode ver o manual de uso da marca completo via Slideshare aqui:

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E aí, o que você achou?

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Pode parecer óbvio, mas acredite: muita gente não consegue compreender porque, quem desenha para a cultura ocidental, insiste em recitar o mantra “da esquerda para a direita. É assim que se organiza por ordem de importância”.

Esta é a maneira mais fácil de explicar como os designers pensam para organizar a informação de forma que ela seja clara e absorvida o mais rápido possível. Tá certo, tudo depende do contexto, do público e tem uma série de fatores que determinam a decisão final (a cultura ocidental ou oriental, por exemplo), mas acredite: o designer da sua empresa não teve uma visão com esta ideia e decidiu que era o certo. Tudo começou com um cara chamado Leonardo Fibonacci (se você não curte matemática, desaconselho o clique neste link).

Explicando de forma bem tosca, esse matemático descobriu uma sequência numérica utilizada em diversos campos como matemática (lógico), literatura, música, cinema, entre outros que se vê como a mesma proporção que é utilizada pela natureza para criar formas perfeitas. A Proporção áurea, uma espécie de gráfico gerado pela constante do Número de Fibonacci, é utilizada desde a antiguidade para criar formas bem desenhadas. Pode ser vista em obras de Leonardo da Vinci, Giotto e até na marca da Apple, a famosa maçã de Jobs.

Daí, com diversos estudos baseados neste conceito, dentro da disciplina de design, concluiu-se que, há pontos dentro de um suporte (página, site, cartaz, banner, aplicação, tela…) onde a visualização é mais rápida e clara. Esses pontos são o ponto áureo e o centro físico.

O ponto áureo é o ponto que se enxerga primeiro ao visualizarmos algo. Vamos usar uma página, como exemplo. Este ponto é onde se encontra a medida de 3/8 da página tanto na largura como na altura. Difícil? É só dividir sua página em 8 partes iguais (isso serve para as telas, tá?) na altura e na largura (como a página acima) e cruzar linhas partindo do 3º ponto. quando as linhas perpendiculares se encontrarem você achou o seu ponto áureo, ou seja, o ponto que se enxerga primeiro.  São 4 pontos porque eles podem ser contados de cima para baixo, de baixo para cima, da direita para a esquerda, da esquerda para a direita. O que determina qual dos pontos eu vou usar? Os outros fatores sobre os quais eu falei lá em cima, público, cultura, objetivo… além disso, fatores como tamanho dos elementos também. Se você tiver uma imagem bem colorida que ocupa mais da metade da página, via de regra, ela será a primeira coisa a ser visualizada, porque ela cruza as fronteiras dos pontos áureos.

Note que, os capítulos dos livros, títulos de artigos, peças mais importantes, fotos mais importantes, matérias principais muitas vezes não começam no topo da página. Geralmente ficam um pouco mais abaixo. Não é por acaso. Procurou-se usar o ponto áureo para dar destaque.

Esta é a minha primeira linha de visão.

Além do ponto áureo, há o centro físico. Onde duas linhas diagonais se cruzam. Este é o ponto entre os pontos áureos. O segundo lugar mais visualizado e onde é mais fácil concentrar a atenção. Já notou que geralmente executamos tarefas primárias ao centro? O espaço entre as margens de um papel é centralizado, a área de desenho do seu software é centralizada, a página do seu editor de textos é centralizado…

Pode parecer bobagem, mas as placas com nomes das ruas sempre são ao centro ou à esquerda, a sinalização do metrô também. Os menus dos filmes, a abas do seu navegador, as barras de menus. Se bem desenhados, o início das coisas que são primarias não vão ultrapassar nunca a medida de 3/8 para qualquer lado. Ainda que seu texto esteja à direita, pode ter certeza de que você começará a lê-lo muito antes de ultrapassar a “medida mágica”.

Da próxima vez que um designer lhe disser: “Da esquerda para a direita”, ” Um pouco mais pra baixo”, “Deixe uma margem maior”, dê um voto de confiança a ele, lembre da matemática e que o objetivo é chegar à perfeição da natureza.

 

Excluindo-se aqueles casos em que as fontes (os designers, como eu, preferem “tipos”) são utilizadas como verdadeiras obras de arte (este é um exemplo deste caso) todo mundo deveria saber em primeiríssimo lugar o que até minha priminha de 7 aninhos sabe: uma fonte é bem utilizada quando o público consegue ler aquilo que foi escrito com o mínimo esforço.

Às vezes, por preguiça, por querer ser inovador, por simpatia com o tipo ou mesmo por falta de conhecimento deste ponto muita gente comete erros graves na construção de uma peça, no que se refere ao quesito tipografia, que podem ir desde fazer uma peça feia e primária até uma catástrofe: ninguém entender nada do que está escrito e o seu trabalho ser jogado no lixo.

Para evitar que isso aconteça, na dúvida, observe os pontos abaixo. Mas lembre-se nada disso é regra. Todas as coisas dependem de um contexto. É preciso muito mais que um checklist ou uma receita de bolo para uma peça ter um conjunto tipográfico bem composto.

1)      Evite usar muitas famílias de fontes diferentes em uma mesma peça. A não ser que sua peça queira destacar algo sobre tipografia. Na grande maioria dos casos duas famílias são o suficiente. Por exemplo: você quer fazer um flyer usando fontes com serifa e sem serifa. Se você decidir usar as famílias Helvética e Garamond, terá, no mínimo, 83 variações entre Bold, Light, Italic, Condensed, Thin, Rounded… e assim vai. Não vai precisar mais do que isso, né?

2)      Use, sempre que possível, fontes OpenType. Ou se for imprimir profissionalmente, não use fontes TrueType.  As fontes TrueType são um avanço em relação àquele tempo onde as fontes eram todas pixelizadas e era um suplício aumentar ou reduzir o seu tamanho no começo da década de 80. Mas se você não trabalha com Mac ou Windows, vai ser impresso em fotolito ou se o seu arquivo vai passar por um CTP, usar fonte TrueType é suicídio: na maioria das vezes caracteres especiais são substituídos por quadrados, losangos e pontos… pra garantir, use OpenType.

3)      Não “esprema” ou “estique” o seu texto manualmente. Os tipos são desenhados (ou pelo menos deveriam ser) para terem a melhor visibilidade possível. Quando você modifica isso manualmente mexendo na altura ou largura do texto sem conhecimento vai prejudicar a legibilidade: deslocar as flexões, retirar a harmonia das hastes, reduzir ou ampliar demais os olhos, achatar terminais, entre outros. E se você não entendeu nada desta última sentença, acredite, você não está habilitado a “corrigir” o trabalho de um tipógrafo.

4)      Evite usar palavras, parágrafos, sentenças ou outras coisas inteiramente em caixa alta (tudo em maiúsculo). A explicação é bem simples: quando um texto está todo em caixa alta todas as letras ficam do mesmo tamanho e isso, cognitivamente, torna a vida de quem lê mais difícil. Na pior das hipóteses, tente o recurso de versalete.

5)      Conheça os principais estilos de fonte e use um apropriado para o contexto. Geralmente estilos cursivos não funcionam bem todas em maiúsculas. Estilos blackletter só deveriam ser usados em textos completos se você estiver criando material com contexto épico e mesmo assim, com cuidado.  Fontes pixelizadas costumam funcionar melhor em tamanhos menores e, contrariando o ponto 4, geralmente em uppercase.  Para leitura em tela, as fontes sem serifa costumam ser mais apropriadas, no caso do papel, costuma ser exatamente o contrário que cansa menos a vista.

6)      Se for usar fontes gratuitas tome a precaução de saber se é uma fonte bem desenhada. Se não souber exatamente distinguir uma bem desenhada de uma que não é, procure referências de outros designers.

Para tipos show de bola:

Grátis:

http://www.fontsquirrel.com

http://abduzeedo.com/tags/ffff

Pagos:

http://www.adobe.com/products/fontfolio/

http://www.myfonts.com/category/myfonts/index.html

http://www.linotype.com/

Hoje ao meio-dia, horário de Brasília, foi lançada a Creative Suíte 5. A Adobe fez um mega lançamento e, embora não tenha testado os recursos ainda (não baixei na máquina pra usar) tenho algumas considerações que acho importantes sobre a CS5.
A cada dia as mídias (impressa, Web e vídeo) estão mais integradas. InDesign faz uma exportação mais eficiente para Flash Professional, a paleta MiniBridge se propõe a facilitar a troca de arquivos… a interação parece aumentar a cada dia. Como já era previsto com o lançamento do Catalyst, a integração da arte com o desenvolvimento foi ampliada em larga escala se comparada com versões anteriores da suíte.
O desenho em pixels com qualidade de vetor é quase um milagre, porém, não se deve esquecer que o hardware precisará acompanhar as inovações: monitores com mais pontos de resolução e um bom processador vão ajudar na hora de renderizar tanta novidade, caso contrário, vai ser como desenhar um jardim em Flash num ícone 11×11 px hoje: tudo desfocado e ninguém entende nada do que você passou horas para desenhar.
O Dynamic PDF Creation é bom. Bom só, não. Muito bom. Poder criar PDFs a partir de qualquer conteúdo interativo desenhado na suíte de forma mais fácil e intuitiva é impossível. Na minha opinião é um dos melhores recursos lançados como aprimoramento.
A criação de documentos digitais dinâmicos com InDesgin era prevista, desde a CS4, mas não da maneira em que a Adobe colocou. Muito bom. Mas se você não entende nadinha de A(ction) S(cript) vai ficar difícil tirar o máximo proveito. Há modificações que só vão ser realmente produtivas quando exportadas pra Flash e trabalhadas lá. Mesmo assim, não dá pra negar que é um catalisador e tanto pra quem está migrando do impresso para o digital.
O Photoshop traz recursos que, pelo vídeo, deixaria todos com lágrimas nos olhos. O recurso Content-Aware Fill é bom e facilita a vida de quem tem técnica e conhecimento teórico. Ferramenta é só o meio. Se você faz um bom trabalho desde a ferramenta carimbo, vai fazer o mesmo bom trabalho mais rápido. Se não faz… vai continuar fazendo um trabalho ruim, só que mais rápido também.
A transformação Puppet Wrap é um recurso que eu já precisei muito várias vezes e levei o maior chocolate pra fazer, agora, muito mais fácil.
No Photoshop a melhor surpresa para mim ficou por conta dos recursos de pintura melhorados do Mixer Brush (muita gente vai dizer que já existia no Painter e no Gimp, mas não no Photoshop) nada mais justo do que incluí-lo agora. Pintar no Photoshop vai ser menos penoso e mais produtivo.
E o Catalyst… bem, prototipar para Flex usando o Photoshop ou o Illustrator com comportamento já fala por si só, mas pra dizer se funciona de verdade, tem que ter um desenvolvedor, ele sim pode dizer se facilita pra ele e se é eficiente. Se for, ah, foi tudo o que eu sonhei todas as noites desde que comecei a trabalhar com sistemas Flex.
Pra dizer se tudo isso é bom ou ruim só uma coisa vai definir: performance. Espero que tenha melhorado, porque muito recurso, mas tendo que comprar uma máquina nova a cada versão a Adobe vai me falir ou fazer com que eu mude de profissão, porque o CS4 pesava mais que um elefante no desempenho da máquina. Vamos aguardar pra falar com mais propriedade.

A Corel anuncia o CorelDRAW X5 e seus 50 recursos novos e melhorados.

O Corel Connect (um localizador de arquivos que facilita a busca por cliparts e imagens para compor o trabalho), B-Spline – a ferramenta mídia artística atualizada, com pontas de seta escaláveis e Match Fill que conta com transparência para preenchimento de malha.

O Corel PowerTRACE X5 sofreu melhorias consideráveis e converte bitmaps em gráficos vetoriais de maneira mais eficiente (ele já era muito bom). A suíte conta também com a inclusão de ferramentas de pintura semelhantes ao Painter.

Para quem está começando ou precisa de uma ajudinha inspiradora de vez em quando, o Corel traz diversos pacotes de materiais, como fontes, incluindo a Helvética, Frutiger e Futura, modelos de veículos, muitos modelos de design, e milhares de cliparts e fotos em alta resolução livres de direitos autorais.

As versões para avaliação e download já estão disponíveis no site da Corel (www.corel.com/coreldraw) e chega nas lojas em abril, pelo preço sugerido de R$ 1.399,00.

Hoje é dia do designer. Parabéns a todos.

Idéias todo mundo tem. As idéias passam a ser úteis quando a gente aplica no dia-a-dia, quando nós descobrimos que alguém se beneficia dela. Estude, informe-se, leia. Idéias são alimentadas por outras idéias.

Eu já devo ter falado de Gestalt aqui em algum lugar, mas como estou com preguiça pós-trabalho, nem vou procurar no blog.

Quem conhece um pouquinho de design ou psicologia (ou das duas coisas)  deve ter ouvido falar nas leis dessa escola (não escola física e sim o conjunto de paradigmas que forma uma teoria e blá, blá, blá) que trata da percepção humana e facilita a compreensão das idéias. As principais leis da Gestalt podem ser assim resumidamente definidas:

Proximidade: vários elementos perto uns dos outros parecem fazer parte de um único elemento;

Similaridade: elementos semelhantes agrupam-se a fim de formar unidade. Essa semelhança pode dar-se por forma, tamanho, cor…;

Clausura: é o que “fecha” um ciclo entre vários objetos a fim de atingir a unidade e fazer com que os mesmos pareçam conectados, peças de um objeto só;

Simplicidade ou pregnância: quanto mais simples, mais facilmente o resultado é assimilado (olha o que o John Maeda fala fazendo sentido…) e;

Continuidade: define a ordem de leitura não deixando que ninguém fique “perdido” ao olhar para o objeto.

Sim, mas o que esse blá, blá, blá tem a ver com sistemas? Simples. Construa sistemas onde o usuário pode encontrar-se dentro dele. Agrupe opções e mostre que todas as telas fazem parte de um mesmo sistema e que diversos sistemas fazem parte de uma mesma empresa. Digo isso porque tenho visto sistemas web com funcionalidades muito legais mas que deixam a desejar no quesito usabilidade (aqui diretamente ligado a Gestalt aplicada), às vezes softwares de uma mesma empresa são completamente loucos e diferentes uns dos outros.

Quer um exemplo? Pegue três aparelhos de celular da motorola de modelos diferentes e veja se consegue usar todos eles facilmente. Ninguém consegue. São softwares difíceis e que às vezes não tem muito a ver uns com os outros. Tudo o que eles conseguem ter semelhantes (e olhe lá) é o acesso ao menu e mais nada.

Quando pensar em desenho de sistemas, pelo-amor-de-deus, pense que tem um usuário do outro lado que usa Gestalt inconscientemente para manuseá-lo.

Pessoal, muita gente vive me pedindo dicas de um contrato legal de projeto de design, de diagramação e eu vivo esquecendo de dar o modelo. Segue abaixo um modelo que encontrei no site da faculdade de Design da Santa Catarina. Os links para o original não estão mais disponíveis (eu tenho esse contrato há uns quatro anos ou mais). Acho bem elaborado. Só lembrando: é um modelo. Devem haver adequações para cada trabalho. Cada trabalho, cada cliente é um caso particular.

INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS E CONCESSÃO DE USO DE PROJETO GRÁFICO

Contrato nº:

(dados do contratante)

(dados do contratado)

Por favor, leia com atenção os termos e as condições no verso. O presente contrato foi elaborado no intuito de resguardar ambas as partes contratantes. Ao firmar este instrumento você estará assumindo direitos e obrigações. Por isso, leia todas as cláusulas com bastante atenção.

Objeto do contrato: criação e desenvolvimento de projeto gráfico de:

a)   __________________________________________________________________

b)   __________________________________________________________________

c)   __________________________________________________________________

Remuneração do contratado: total R$__________________________________________

Forma de pagamento: ______________________________________________________

Prazo de vigência e finalidade para uso do projeto gráfico: _________________________

Prazo de entrega do trabalho: ________________________________________________

Cessão dos direitos autorais patrimoniais: sim (   )   não (   )

Valor da cessão e forma de pagamento: ________________________________________

Acompanhamento técnico: sim (   )  não (   )

Remuneração e forma de pagamento: __________________________________________

Observações:_____________________________________________________________

Cláusulas Contratuais

1)   Pelo presente instrumento o (a) CONTRATADO (a) obriga-se a desenvolver projeto gráfico indicado no anverso deste instrumento e para o qual a CONTRATANTE fornecerá briefing, preferencialmente por escrito, referente ao produto/serviço destinatários do projeto.

2)   As etapas do trabalho deverão ser apresentadas à CONTRATANTE nos prazos indicados no anverso deste instrumento.

3)   Os serviços ora contratados não englobam a execução material do projeto, parcial ou integralmente, ou trabalhos de terceiros fornecedores.

4)   Trabalhos criados pelo(a) CONTRATADO (a), aprovados ou não pela CONTRATANTE, mas que não venham a ser utilizados no projeto final, deverão ser restituídos ao CONTRATADO (a) e não poderão ser utilizados pela CONTRATANTE sem nova negociação.

5)   Havendo necessidade, para a execução do trabalho, na contratação de terceiros fornecedores, o (a) CONTRATADO (a) deverá apresentar à CONTRATANTE três orçamentos de terceiros fornecedores de cada área de atuação, a não ser quando o trabalho for de pequeno valor, quando então será dispensada a apresentação de orçamentos. A escolha dos fornecedores pelo CONTRATANTE deverá ocorrer em prazo que não comprometa a realização do trabalho.

6)   A contratação de fornecedores indicados pela CONTRATANTE, que não os indicados pelo (a) CONTRATADO (a), desobriga este último de qualquer responsabilidade sobre eventual falta de qualidade dos serviços ou produtos fornecidos por esses terceiros. Entretanto, poderá o CONTRATADO (a) exigir a refeitura desses trabalhos dos citados fornecedores, caso os mesmos não atinjam a qualidade técnica pretendida, colocando em risco, conseqüentemente, a qualidade do projeto gráfico.

7)   O pagamento dos fornecedores supra sera sempre de responsabilidade da CONTRATANTE, ainda  que, eventualmente, o  (a) CONTRATADO (a) adiante tal pagamento ou que as notas fiscais/faturas por aqueles emitidas o sejam contra o (a) contratado (a).

8)   O projeto criado e desenvolvido pelo (a) CONTRATADO (a) e aprovado pela CONTRATANTE poderá ser utilizado para as finalidades e prazos estabelecidos neste instrumento. A utilização para qualquer outra finalidade e para período suplementar dependerá de novo ajuste entre as partes.

9) Pela prestação de serviços objeto deste contrato e pela concessão na sua utilização para o fim já referido, o (a) CONTRATADO (a) receberá da contratante a importância estabelecida no neste instrumento, nos prazos e formas ali indicados.

10) Eventuais outras remunerações devidas ao (à) CONTRATADO (a) pela contratante, decorrentes da supervisão, coordenação e administração dos serviços e produtos de terceiros fornecedores, de direitos conexos por eventual reutilização do projeto gráfico além do prazo contratual, desde que para as mesmas finalidades, estão indicadas neste instrumento, no item “observações”.

Parágrafo único. Havendo acompanhamento técnico por parte do (a) CONTRATADO (a) em relação a trabalho de terceiros, a remuneração do (a) CONTRATADO (a)  por esse serviço está indicada neste instrumento.

11) O atraso no pagamento de qualquer remuneração devida ao (a) CONTRATADO (a) implicará a obrigação da CONTRATANTE de ainda supertar além do valor principal corrigido monetariamente, também os juros legais de 1% ao mês e a multa moratória de 10 % do valor em atraso.

12) A remuneração do (a) CONTRATADO (a) indicada neste instrumento poderá ser revista caso ocorram: a) alterações no briefing ou na complexidade do trabalho; b) alterações nos prazos estabelecidos decorrentes de atraso por parte da CONTRATANTE na entrega de materiais ou aprovações necessárias ao desenvolvimento do trabalho; c) modificações ou refeituras no projeto executivo (artes-finais, desenhos técnicos, memoriais etc.) que venham a ser solicitadas, após etapas já aprovadas (layouts, estudos, mock-ups etc.); d) aplicações do projeto em outras peças que não as especificadas neste contrato.

13) Aplicam-se ao relacionamento entre CONTRATADO (a) e CONTRATANTE, além das normas dispostas pelo código civil, também as da lei nº 5.988/73 (lei do direito do autor), pelo que o crédito autoral sobre os trabalhos objeto deste contrato deve ser sempre indicado.

14) O CONTRATASO agirá atendendo sempre às normas éticas de sua categoria profissional, bem como manterá absoluto sigilo das informações que lhe forem passadas pela CONTRATANTE.

15) O presente contrato não pode ser rescindido sem justa causa, sob pena de incorrer o denuciante na hipótese da clausula 16.

16) Eventual infração a qualquer das cláusulas aqui estabelecidas ensejará a parte inocente a promover medidas judiciais para haver perdas e danos.

17) Elegem as partes o foro da comarca de ……………, com exclusão de qualquer outro, por mais privilegiado que seja, par dirimir eventuais dúvidas surgidas em decorrência do presente ajuste.

O presente instrumento é firmado pelas partes e pelas testemunhas, em duas vias de igual teor.

Cidade,

CONTRATANTE:

CONTRATADO:

TESTEMUNHAS:

Essa dica vem do Blog Pensando Páginas, novinho em folha e muito legal voltado para a área de diagramação (tradicional e para web).

Eu conferi e achei legal demais o blog da revista Época, onde o pessoal de arte da revista faz comentários sobre sites interessantíssimos, eventos, mostra as sugestões para capas da semana e divagações sobre Design.

Vale a pena conferir: http://colunas.epoca.globo.com/fazcaber/

Quem nunca ficou na dúvida na hora de combinar cores para um trabalho atire a primeira pedra!

É justamente para diminuir os efeitos de ansiedade, indecisão e histeria que alguns sites prometem (e cumprem!) ajudar você neste momento tão difícil, quer seja para web, quer seja para impressão, no mínimo estes sites são grandes fontes de inspiração.

Site 1 – Colour Lovers (www.colourlovers.com)

 

Nele é possível criar paletas, criar amostras de cores, carregar padrões e fazer downloads de paletas, cores e padrões criados por outros “lovers” já prontinhos para Photoshop, Illustrator, HTML,  bastando fazer um cadastro simples e ter o plugin do Flash instalado (testei a partir da versão 8 e funciona perfeitamente). Você encontra as combinações de cores que deseja usando uma busca por tags extremamente eficiente. Tudo de graça e muito, muito divertido. Só um alerta: Cuidado para não virar um louco que passa o dia criando paletas.

 Site 2 – Kuler (http://kuler.adobe.com)

Quem ainda não conhece o Kuler da Adobe não sabe o que está perdendo. O site é um exemplo perfeito de aplicação da tecnologia AIR e simplesmente divino para ajudar na escolha de cores seja lá para onde for. Com o registro da Adobe (o mesmo do Photoshop express citado aqui) e a versão atualizada do plugin do flash, você também pode criar paletas e amostras de cores, armazenar na sua conta da web, classificar e fazer download para praticamente todos os apliativos da Creative Suite.

Pode até ser que sua inspiração para cores não volte mesmo acessando estas duas ferramentas incríveis. Mas se isso não acontecer, pense seriamente em mudar de profissão.

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