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Eu já devo ter falado de Gestalt aqui em algum lugar, mas como estou com preguiça pós-trabalho, nem vou procurar no blog.

Quem conhece um pouquinho de design ou psicologia (ou das duas coisas)  deve ter ouvido falar nas leis dessa escola (não escola física e sim o conjunto de paradigmas que forma uma teoria e blá, blá, blá) que trata da percepção humana e facilita a compreensão das idéias. As principais leis da Gestalt podem ser assim resumidamente definidas:

Proximidade: vários elementos perto uns dos outros parecem fazer parte de um único elemento;

Similaridade: elementos semelhantes agrupam-se a fim de formar unidade. Essa semelhança pode dar-se por forma, tamanho, cor…;

Clausura: é o que “fecha” um ciclo entre vários objetos a fim de atingir a unidade e fazer com que os mesmos pareçam conectados, peças de um objeto só;

Simplicidade ou pregnância: quanto mais simples, mais facilmente o resultado é assimilado (olha o que o John Maeda fala fazendo sentido…) e;

Continuidade: define a ordem de leitura não deixando que ninguém fique “perdido” ao olhar para o objeto.

Sim, mas o que esse blá, blá, blá tem a ver com sistemas? Simples. Construa sistemas onde o usuário pode encontrar-se dentro dele. Agrupe opções e mostre que todas as telas fazem parte de um mesmo sistema e que diversos sistemas fazem parte de uma mesma empresa. Digo isso porque tenho visto sistemas web com funcionalidades muito legais mas que deixam a desejar no quesito usabilidade (aqui diretamente ligado a Gestalt aplicada), às vezes softwares de uma mesma empresa são completamente loucos e diferentes uns dos outros.

Quer um exemplo? Pegue três aparelhos de celular da motorola de modelos diferentes e veja se consegue usar todos eles facilmente. Ninguém consegue. São softwares difíceis e que às vezes não tem muito a ver uns com os outros. Tudo o que eles conseguem ter semelhantes (e olhe lá) é o acesso ao menu e mais nada.

Quando pensar em desenho de sistemas, pelo-amor-de-deus, pense que tem um usuário do outro lado que usa Gestalt inconscientemente para manuseá-lo.

jornal faculdade

Estava devendo algo desse tipo há algum tempo, mas como até o contrato chegou, sempre chega a hora de tudo…

Fazer publicações eletrônicas no InDesign CS4 é mais fácil do que fazer uma pedra afundar na água. Esse mês vi um artigo ensinando a fazer algo do tipo na revista ComputerArts, mas com muito mais dificuldades do que ir ao menu File, Export, marcar swf e clicar em ok. Sim, porque é só isso…

O resultado é algo que mescla InDesign, Flash e Flex (!) muito convincentemente. Tudo isso me deixa cada dia mais apaixonada pelo InDesign. Para conferir o resultado, dá uma olhada no jornal que eu diagramei pra uma empresa aqui, só tá o espelho, com texto Lorem Ipsum, mas acredite, só o efeito deixa a gente feliz demais em pensar que não vai ter que exportar tudo pra jpg (ou similar) e fazer a animação no flash que levaria incontávelmente mais tempo. Viva o InDesign de novo!!

Minha mensagem de boas vindas tinha que vir acompanhada de novidades a respeito de minha suíte de aplicaditvos favorita. 😀 

No blog de Sarthak Singhal, da Adobe, é possível encontrar link para a versão beta do Fireworks CS4 desde o dia 16 de junho deste ano. Também foram disponibilizadas versões beta do Dreamweaver e Soundbooth no Adobe Labs. Isso indica que em breve teremos novidades no Photoshop e no InDesign e nos outros softwares da suíte também.

Flash deve vir com novidades, afinal de contas, junto com o Flex, vai ter que brigar com cachorro grande e cheio de fúria: Silverligth, da Microsoft. Aliás, só o Flash, não! A suíte inteira tem que se cuidar desde o lançamento da Expression, também da Microsoft.

Para quem usa aplicativos para Web, vale a pena fazer o download e testar as novidades.

Blog Sarthak Singhal:

http://blogs.adobe.com/sarthaksinghal/2008/06/adobe_fireworks_cs4_beta_annou.html

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